28/08/2008
Hebreus capitulo 2.
Que texto maravilhoso, Que revelação da misericórdia de DEUS! Neste texto eu vejo a revelação do amor de DEUS pela minha vida. Mas uma vez vejo que SOU PECADOR, da mesma forma vejo o projeto de DEUS para mudar está situação, para me tirar do estado de condenado, escravo do pecado (Romanos 6: 15 – 23), para filho de DEUS (v. 11-14), o texto de hoje começa alertando para que eu não deixe de perceber estas coisas, estas verdades de DEUS não podem passar despercebidas, pois se eu negligenciar tão maravilhosa benção, não poderei escapar da condenação, pois o próprio senhor as anunciou (v. 1 a 3)
DEUS, não só nos transmite a verdade, como também a prova verdade por meio do Espírito Santo, a bíblia diz que JESUS está coroado com glória e honra, e todas as coisas estão sobre seu domínio (todo o universo, tudo que foi criado v. 4 e o 7), mas ELE veio a terra, sofreu, morreu, o dono do universo se sujeitou a criaturas vis pecadoras, ao qual ama, morreu por elas (nos dois sentidos), morreu por todo o mundo (v. 9), e fez isto para que uma grande multidão que estava perdida (inclusive “eu”) seja conduzida ao PAI, mas para isso eu tenho que ser santificado em CRISTO, não posso negligenciar tudo o que CRISTO fez por mim, tenho que me arrepender dos meus pecados e clamar por perdão baseado no sacrifício de CRISTO, aceitando que SEM CRISTO estou perdido, mas em CRISTO sou SANTIFICADO e ADOTADO COMO FILHO DE DEUS (v. 11), ao morre na cruz CRISTO esmagou a morte, o pecado, e o diabo (v. 14).
JESUS é o nosso supremo Sarcedote, o caminho que nos conduz a DEUS, ELE nos conhece (JESUS), JÁ VIVEU num corpo limitado como nosso por amor (mas não pecou), por isso ele é misericordioso!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
DEVOCIONAL
26/08/2008
Carta do apóstolo Paulo a Filemom (bíblia).
É muito importante orar a DEUS por quem amamos (v.4).
Espero que os meus amados ao lembrar-se de mim tenham motivos de dar graças (agradecer a DEUS pela minha vida) e louvores a DEUS pela minha vida, em contra partida eu também devo estar sempre na presença de DEUS intercedendo pelos que amo.
Meu amor tem que ser expresso de forma natural, e, mas, o amor verdadeiro é aquele que brota da fé e piedade gerada no coração daqueles que crêem e conhecem o SENHOR JESUS (V.5).
O amor é algo consolador, é fonte de alegria humana, sem amor ninguém pode ser feliz ou ao menos ser humano (v.7).
O que ama não possessivo ou autoritário, mas respeita o que é do outro, não usando o amor como fonte lucro ou manipulação (v.8).
O que ama confia no bom senso, e ver o amor como fonte (agente) de libertação e VIDA (v.21)
Carta do apóstolo Paulo a Filemom (bíblia).
É muito importante orar a DEUS por quem amamos (v.4).
Espero que os meus amados ao lembrar-se de mim tenham motivos de dar graças (agradecer a DEUS pela minha vida) e louvores a DEUS pela minha vida, em contra partida eu também devo estar sempre na presença de DEUS intercedendo pelos que amo.
Meu amor tem que ser expresso de forma natural, e, mas, o amor verdadeiro é aquele que brota da fé e piedade gerada no coração daqueles que crêem e conhecem o SENHOR JESUS (V.5).
O amor é algo consolador, é fonte de alegria humana, sem amor ninguém pode ser feliz ou ao menos ser humano (v.7).
O que ama não possessivo ou autoritário, mas respeita o que é do outro, não usando o amor como fonte lucro ou manipulação (v.8).
O que ama confia no bom senso, e ver o amor como fonte (agente) de libertação e VIDA (v.21)
DEVOCIONAL
27/08/2008 hs. 6:13
MEU DEVOCIONAL HEBREUS CAPITULO 1° (BÍBLIA)
DEUS AMA SUA CRIAÇÃO; E tudo foi criado por meio de CRISTO (v.2), mas o homem escolheu seguir seu próprio caminho, caminho de pecado, dor, tristeza, sofrimento, destruição e rebeldia contra DEUS (romanos 3:23), mas DEUS continua amando o que criou, e a prova disso vemos, quando a carta aos Hebreus diz que de muitas maneiras DEUS falou no passado (v.1). A quem? E por quem? Falou aos homens, para resgatar os mesmos de seu estado de rebeldia contra Ele (DEUS), E falou por intermédio de homens escolhidos para essa função (profetas), mas nos últimos dias a bíblia diz (v.2) que DEUS falou por intermédio de seu FILHO (JESUS), ou seja, O PRÓPRIO DEUS está falando comigo, ELE próprio veio ao meu encontro, o Dono de todas as coisas (v.2b). DEUS não desistiu do homem, mesmo esse sendo pecador.
O autor de Hebreus ainda diz mais, diz que ELE (DEUS) sustenta o universo com o poder de SUA PALAVRA (JESUS), Se com sua PALAVRA, ELE COLOCA TODO O UNIVERSO EM ORDEM, creio que esta PALAVRA poderosa pode por em ordem minha vida (v.3)! E ainda diz, mas, fala que ELE (JESUS) MORREU PARA ME PURIFICAR DOS MEUS PECADOS (v.3), para apagar o registro dos meus pecados, os anjos O adora pela sua majestade e glória, o autor de Hebreus diz que este DEUS majestoso, poderoso, eterno, justo, reto e amoroso se importa comigo; e mais, que este DEUS é imutável, ELE nunca deixará de ser o que ELE É (v.12), é que ELE deseja salvar o que havia se perdido, “EU”, ELE diz que colocará os anjos (não um anjo v. 14) para cuidar da minha vida!
MEU DEVOCIONAL HEBREUS CAPITULO 1° (BÍBLIA)
DEUS AMA SUA CRIAÇÃO; E tudo foi criado por meio de CRISTO (v.2), mas o homem escolheu seguir seu próprio caminho, caminho de pecado, dor, tristeza, sofrimento, destruição e rebeldia contra DEUS (romanos 3:23), mas DEUS continua amando o que criou, e a prova disso vemos, quando a carta aos Hebreus diz que de muitas maneiras DEUS falou no passado (v.1). A quem? E por quem? Falou aos homens, para resgatar os mesmos de seu estado de rebeldia contra Ele (DEUS), E falou por intermédio de homens escolhidos para essa função (profetas), mas nos últimos dias a bíblia diz (v.2) que DEUS falou por intermédio de seu FILHO (JESUS), ou seja, O PRÓPRIO DEUS está falando comigo, ELE próprio veio ao meu encontro, o Dono de todas as coisas (v.2b). DEUS não desistiu do homem, mesmo esse sendo pecador.
O autor de Hebreus ainda diz mais, diz que ELE (DEUS) sustenta o universo com o poder de SUA PALAVRA (JESUS), Se com sua PALAVRA, ELE COLOCA TODO O UNIVERSO EM ORDEM, creio que esta PALAVRA poderosa pode por em ordem minha vida (v.3)! E ainda diz, mas, fala que ELE (JESUS) MORREU PARA ME PURIFICAR DOS MEUS PECADOS (v.3), para apagar o registro dos meus pecados, os anjos O adora pela sua majestade e glória, o autor de Hebreus diz que este DEUS majestoso, poderoso, eterno, justo, reto e amoroso se importa comigo; e mais, que este DEUS é imutável, ELE nunca deixará de ser o que ELE É (v.12), é que ELE deseja salvar o que havia se perdido, “EU”, ELE diz que colocará os anjos (não um anjo v. 14) para cuidar da minha vida!
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Cristo o Eterno!
O EVANGELHO SEGUNDO
JOÃO
1
A encarnação do Verbo
1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. 4 A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. 5 A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.
6 Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João. 7 Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. 8 Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, 9 a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. 10 O Verbo estava no mundo o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. 11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. 14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
[1]
Jesus o eterno, antes do principio ele já existia, mesmo antes de eu existir ele já era a fonte da minha existência.
O meu pecado fio clareado pela luz da SUA GRAÇA, este (o meu pecado) não pode suportar a luz que emana da graça do eterno, a crença nele (JESUS) desta forma, me faz participante na sua “eternidade”. Antes de eu existir, JESUS já contempla a minha necessidade.
[1]Sociedade Bíblica do Brasil. 2003; 2005. Almeida Revista e Atualizada - Com Números de Strong. Sociedade Bíblica do Brasil
JOÃO
1
A encarnação do Verbo
1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. 4 A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. 5 A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.
6 Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João. 7 Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. 8 Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, 9 a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. 10 O Verbo estava no mundo o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. 11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. 14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
[1]
Jesus o eterno, antes do principio ele já existia, mesmo antes de eu existir ele já era a fonte da minha existência.
O meu pecado fio clareado pela luz da SUA GRAÇA, este (o meu pecado) não pode suportar a luz que emana da graça do eterno, a crença nele (JESUS) desta forma, me faz participante na sua “eternidade”. Antes de eu existir, JESUS já contempla a minha necessidade.
[1]Sociedade Bíblica do Brasil. 2003; 2005. Almeida Revista e Atualizada - Com Números de Strong. Sociedade Bíblica do Brasil
sábado, 16 de agosto de 2008
maná do Senhor
O Maná do Senhor: 09/08/2008
Texto Bíblico: Neemias 5.14-15: “Durante os doze anos em que fui governador da terra de Judá, desde o ano vinte do reinado de Artaxerxes até o ano trinta e dois, nem eu nem os meus parentes comemos a comida a que eu tinha direito como governador. Antes de mim, os governadores tinham sido uma carga para o povo e haviam exigido que o povo pagasse quarenta barras de prata por dia a fim de comprar comida e vinho. Até os seus empregados exploravam o povo. Mas eu agi de modo diferente porque temia a Deus”.
Reflexão: Em tempos de tantos escândalos de corrupção na política e dentre os governantes, esta percepção de Neemias revela o ideal de um governante que tem temor ao seu Deus. O salmista revela que: “Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele”. No momento em que Neemias colocou-se como instrumento de Deus para trazer a restauração do seu povo, Deus o abençoou, e todas as obras postas em suas mãos prosperaram. Além disso, Deus lhe deu sabedoria para administrar e governar sobre o seu povo de forma digna, honrada e, principalmente, sem se desviar em nenhum momento do propósito que Ele havia posto em seu coração. Precisamos ter em nossas cidades, estados e em nosso país, governantes que temam a Deus como Neemias. Pessoas que governem com decência, respeito, sem usurpar ganhos para si mesmo, não sendo uma carga para seu povo, como muitos são hoje. Devemos ter cuidado quando escolhermos as pessoas que governarão sobre nós, pois eles podem ser uma carga muito pesada para o povo carregar, que desejam apenas satisfazer seus sonhos de poder. A cada um de nós cabe escolher, sob o temor do Senhor, aqueles que se colocam à disposição do povo para serem governantes sobre nós. Como temos essa oportunidade, que o façamos com sabedoria, discernimento e na unção do Espírito Santo, pois eles serão autoridades sobre nós.
Oração: Senhor amado, dá-nos a sabedoria e o discernimento para assumirmos, de verdade, a responsabilidade de escolher nossos governantes sob a Tua direção. Sabemos que todos nós somos pecadores, mas cremos em Tua escolha e desejo para todas as coisas. É o que oramos em nome de Jesus. Amém!
Texto Bíblico: Neemias 5.14-15: “Durante os doze anos em que fui governador da terra de Judá, desde o ano vinte do reinado de Artaxerxes até o ano trinta e dois, nem eu nem os meus parentes comemos a comida a que eu tinha direito como governador. Antes de mim, os governadores tinham sido uma carga para o povo e haviam exigido que o povo pagasse quarenta barras de prata por dia a fim de comprar comida e vinho. Até os seus empregados exploravam o povo. Mas eu agi de modo diferente porque temia a Deus”.
Reflexão: Em tempos de tantos escândalos de corrupção na política e dentre os governantes, esta percepção de Neemias revela o ideal de um governante que tem temor ao seu Deus. O salmista revela que: “Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele”. No momento em que Neemias colocou-se como instrumento de Deus para trazer a restauração do seu povo, Deus o abençoou, e todas as obras postas em suas mãos prosperaram. Além disso, Deus lhe deu sabedoria para administrar e governar sobre o seu povo de forma digna, honrada e, principalmente, sem se desviar em nenhum momento do propósito que Ele havia posto em seu coração. Precisamos ter em nossas cidades, estados e em nosso país, governantes que temam a Deus como Neemias. Pessoas que governem com decência, respeito, sem usurpar ganhos para si mesmo, não sendo uma carga para seu povo, como muitos são hoje. Devemos ter cuidado quando escolhermos as pessoas que governarão sobre nós, pois eles podem ser uma carga muito pesada para o povo carregar, que desejam apenas satisfazer seus sonhos de poder. A cada um de nós cabe escolher, sob o temor do Senhor, aqueles que se colocam à disposição do povo para serem governantes sobre nós. Como temos essa oportunidade, que o façamos com sabedoria, discernimento e na unção do Espírito Santo, pois eles serão autoridades sobre nós.
Oração: Senhor amado, dá-nos a sabedoria e o discernimento para assumirmos, de verdade, a responsabilidade de escolher nossos governantes sob a Tua direção. Sabemos que todos nós somos pecadores, mas cremos em Tua escolha e desejo para todas as coisas. É o que oramos em nome de Jesus. Amém!
maná do Senhor
O Maná do Senhor: 09/08/2008
Texto Bíblico: Neemias 5.14-15: “Durante os doze anos em que fui governador da terra de Judá, desde o ano vinte do reinado de Artaxerxes até o ano trinta e dois, nem eu nem os meus parentes comemos a comida a que eu tinha direito como governador. Antes de mim, os governadores tinham sido uma carga para o povo e haviam exigido que o povo pagasse quarenta barras de prata por dia a fim de comprar comida e vinho. Até os seus empregados exploravam o povo. Mas eu agi de modo diferente porque temia a Deus”.
Reflexão: Em tempos de tantos escândalos de corrupção na política e dentre os governantes, esta percepção de Neemias revela o ideal de um governante que tem temor ao seu Deus. O salmista revela que: “Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele”. No momento em que Neemias colocou-se como instrumento de Deus para trazer a restauração do seu povo, Deus o abençoou, e todas as obras postas em suas mãos prosperaram. Além disso, Deus lhe deu sabedoria para administrar e governar sobre o seu povo de forma digna, honrada e, principalmente, sem se desviar em nenhum momento do propósito que Ele havia posto em seu coração. Precisamos ter em nossas cidades, estados e em nosso país, governantes que temam a Deus como Neemias. Pessoas que governem com decência, respeito, sem usurpar ganhos para si mesmo, não sendo uma carga para seu povo, como muitos são hoje. Devemos ter cuidado quando escolhermos as pessoas que governarão sobre nós, pois eles podem ser uma carga muito pesada para o povo carregar, que desejam apenas satisfazer seus sonhos de poder. A cada um de nós cabe escolher, sob o temor do Senhor, aqueles que se colocam à disposição do povo para serem governantes sobre nós. Como temos essa oportunidade, que o façamos com sabedoria, discernimento e na unção do Espírito Santo, pois eles serão autoridades sobre nós.
Oração: Senhor amado, dá-nos a sabedoria e o discernimento para assumirmos, de verdade, a responsabilidade de escolher nossos governantes sob a Tua direção. Sabemos que todos nós somos pecadores, mas cremos em Tua escolha e desejo para todas as coisas. É o que oramos em nome de Jesus. Amém!
Texto Bíblico: Neemias 5.14-15: “Durante os doze anos em que fui governador da terra de Judá, desde o ano vinte do reinado de Artaxerxes até o ano trinta e dois, nem eu nem os meus parentes comemos a comida a que eu tinha direito como governador. Antes de mim, os governadores tinham sido uma carga para o povo e haviam exigido que o povo pagasse quarenta barras de prata por dia a fim de comprar comida e vinho. Até os seus empregados exploravam o povo. Mas eu agi de modo diferente porque temia a Deus”.
Reflexão: Em tempos de tantos escândalos de corrupção na política e dentre os governantes, esta percepção de Neemias revela o ideal de um governante que tem temor ao seu Deus. O salmista revela que: “Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele”. No momento em que Neemias colocou-se como instrumento de Deus para trazer a restauração do seu povo, Deus o abençoou, e todas as obras postas em suas mãos prosperaram. Além disso, Deus lhe deu sabedoria para administrar e governar sobre o seu povo de forma digna, honrada e, principalmente, sem se desviar em nenhum momento do propósito que Ele havia posto em seu coração. Precisamos ter em nossas cidades, estados e em nosso país, governantes que temam a Deus como Neemias. Pessoas que governem com decência, respeito, sem usurpar ganhos para si mesmo, não sendo uma carga para seu povo, como muitos são hoje. Devemos ter cuidado quando escolhermos as pessoas que governarão sobre nós, pois eles podem ser uma carga muito pesada para o povo carregar, que desejam apenas satisfazer seus sonhos de poder. A cada um de nós cabe escolher, sob o temor do Senhor, aqueles que se colocam à disposição do povo para serem governantes sobre nós. Como temos essa oportunidade, que o façamos com sabedoria, discernimento e na unção do Espírito Santo, pois eles serão autoridades sobre nós.
Oração: Senhor amado, dá-nos a sabedoria e o discernimento para assumirmos, de verdade, a responsabilidade de escolher nossos governantes sob a Tua direção. Sabemos que todos nós somos pecadores, mas cremos em Tua escolha e desejo para todas as coisas. É o que oramos em nome de Jesus. Amém!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
O PODER DA PALAVRA DE DEUS
O PODER DA PALAVRA DE DEUSData: 28-05-2004Visualizações: 2754
Referência: LUCAS 8.4-8,12-15Diz Cristo que saiu o pregador evangélico a semear a Palavra divina. Não só faz menção de semear, mas faz também caso de sair, porque no dia da colheita hão de nos medir a semeadura e hão de nos contar os passos.Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Agora, diz Cristo que o semeador saiu, porém não diz que tornou, pois quem lança mão do arado e olha para traz não é apto para o Reino.E se esse semeador quando saiu, achasse o campo tomado? Se se armassem contra ele os espinhos? Se se levantasse contra ele as pedras? E se lhe fechassem os caminhos, que havia de fazer?Todos esses problemas enfrentou o semeador. Começou ele a semear, mas com pouca ventura. Uma parte do trigo caiu entre os espinhos, e afogaram-na os espinhos. Outra parte caiu sobre pedras e secou-se nas pedras por falta de umidade. Outra parte caiu no caminho, e pisaram-no os homens e comeram-no as aves.Ora, vede como todas as criaturas do mundo se armaram contra esta sementeira. Todas as criaturas quantas há no mundo se reduzem a quatro gêneros: 1) CRIATURAS RACIONAIS = como os homens. 2) CRIATURAS SENSITIVAS = como os animais. 3) CRIATURAS VEGETATIVAS = como as plantas. 4) CRIATURAS INSENSÍVEIS = como as pedras. E não há mais. Faltou alguma dessas que se não armasse contra o semeador? NENHUMA!.A natureza insensível o perseguiu nas pedras; a vegetativa nos espinhos; a sensitiva nas aves; a racional nos homens. As pedras secaram-na; os espinhos afogaram-na; as aves comeram-na e os homens pisaram-na.Os pregadores ao semearem a Palavra acham homens homens; homens pedra; homens troncos; homens secos. Houve aqui semente mirrada, semente afogada, semente comida e semente pisada.Há! Não só a semente, mas muitos semeadores também que sofrem a mesma oposição. Houve semeadores afogados, semeadores comidos, semeadores mirrados e semeadores pisados.Ah, mas isto é glória para os semeadores, pois são mirrados sim, mas por amor a Deus mirrados; afogados sim, mas por amor de Deus afogados; comidos sim, mas por amor de Deus comidos; pisados sim, mas por amor de Deus perseguidos e pisados.E o que devia fazer o semeador evangélico, vendo tão mal logrados seus primeiros trabalhos? Desistir da sementeira? Ficar ocioso no campo? Não, ele não desanimou nem na primeira, nem na segunda, nem na terceira perda. A quarta parte caiu em BOA TERRA e se restauraram com vantagem as perdas das demais: NASCEU, CRESCEU, ESPIGOU, AMADURECEU, COLHEU-SE, MEDIU-SE 30, 60, 100 POR UM.“Os que saem chorando enquanto semeiam voltarão com júbilo trazendo os seus feixes.” O semeador foi perseverante: perdeu a primeira, a segunda, a terceira parte da semente, mas aproveitou a quarta e última e colheu dela muito fruto.I. O SIGNIFICADO DA PARÁBOLAA semente que semeou o pregador é a PALAVRA DE DEUS. Os espinhos, as pedras, o caminho e a terra boa, em que a semente caiu, são os diversos corações dos homens.1) OS ESPINHOS = São os corações embaraçados com cuidados, com riquezas, com prazeres carnais - e nestes afoga-se a Palavra de Deus.2) AS PEDRAS = São os corações duros e obstinados e nestes seca-se a Palavra de Deus, e se nasce, não cria raízes.3) OS CAMINHOS = São os corações inquietos e perturbados com a passagem e tropel das coisas do mundo, umas que vão, outras que vêm, outras que atravessam e todas que passam - e nestes é pisada a Palavra de Deus.4) A TERRA BOA = São os corações que acolhem a Palavra e neles frutifica com tanta fecundidade e abundância que se colhe cento por um.Se a Palavra de Deus é tão eficaz e tão poderosa, como vemos tão pouco fruto hoje? Se ela frutificou cento por um, porque hoje muitas vezes não frutifica um por cento? Na igreja apostólica, na igreja primitiva, na Reforma, nos Reavivamentos do Século XVIII, XIX e começo do século XX, multidões convertiam-se ao Evangelho. Vidas eram transformadas. Lares eram reerguidos. Cidades eram salvas. Nações restauradas.Hoje, a despeito de termos tantos pregadores e tantos sermões e tanta semeadura, porque há tão poucos frutos? Porque tão poucos homens se arrependem? Porque tão pequenos resultados se Deus é o mesmo e se a Palavra tem o mesmo poder?II. DESCOBRINDO AS CAUSASFazer pouco fruto a Palavra de Deus pode proceder de um de três princípios:1) ou da parte do PREGADOR;2) ou da parte do OUVINTE;3) ou da parte de DEUS.Para uma pessoa se converter por meio da mensagem há de haver três concursos:1) Há de concorrer o pregador com a DOUTRINA, persuadindo-o;2) Há de concorrer o ouvinte com o ENTENDIMENTO, percebendo;3) Há de concorrer Deus com a GRAÇA, alumiando.Para um homem se ver a si mesmo são necessárias três coisas: OLHOS, ESPELHO E LUZ. Se tem espelho e é cego, não pode ver por falta de olhos; se tem espelho e olhos, e é noite, não se pode ver por falta de luz. Logo há mister luz, há mister espelho, e há mister olhos.O pregador concorre com o espelho, que é a DOUTRINA. Deus concorre com a luz, que a GRAÇA; o homem concorre com os olhos que é o ENTENDIMENTO.Mas se há pouco fruto de quem é a falta? De Deus, do ouvinte ou do pregador?1. POR PARTE DE DEUS?Por parte de Deus não falta e nem pode faltar. A primeira semente perdeu-se porque a afogaram os espinhos. A segunda porque a secaram as pedras. A terceira porque a pisaram os homens e a comeram as aves. Isto é o que Cristo diz, mas notai o que Ele não diz. Não diz que parte alguma daquela semente se perdesse por causa do sol ou da chuva. Porque o sol e a chuva são dádiva do céu e deixar de frutificar a semente da Palavra de Deus nunca é por falta do céu, sempre é por culpa nossa.2. SERÁ POR PARTE DO OUVINTE?Se a culpa fosse toda dos ouvintes, não teria a Palavra de Deus feito grandes resultados produzindo cento por um. Na boa terra a semente frutificou em abundância e mesmo nos solos pisados, espinhentos e rochosos a semente não frutificou, mas nasceu. A semente que caiu nos espinhos nasceu, mas afogaram-no; a semente que caiu nas pedras, nasceu, mas secou-se.A Palavra é tão fecunda que na boa terra produz muito fruto e nos espinheiros e nas pedras faz efeito.Os piores ouvintes são as pedras e os espinhos = Os espinhos por agudos, as pedras por duras. Ouvintes de entendimentos agudos e de vontades endurecidas são as piores. OS OUVINTES DE ENTENDIMENTO AGUDOS = São mau ouvintes porque vêm só ouvir sutilezas, avaliar pensamentos e às vezes também a picar quem não os pica. A semente não picou os espinhos, estes picaram a semente.OS OUVINTES DE VONTADE ENDURECIDA = São os piores porque ainda os espinhos agudos se quebram na sua dureza. Estes são fechados, impenetráveis, insensíveis.Mas a Palavra é tão poderosa que sem cortar nem despontar espinhos nasce entre espinhos - sem arrancar pedras nasce entre as pedras. ENTÃO, SE A PALAVRA É PODEROSA E PRODUZIU EM UM FRUTOS E NOUTROS EFEITOS, A CULPA NÃO É DOS OUVINTES SÓ, MAS PRINCIPALMENTE DOS PREGADORES.III. APONTANDO AS CAUSASA definição do pregador é a vida e o exemplo. Por isso Cristo não o comparou ao semeador, mas ao que semeia. Não diz Cristo: “Saiu a semear o semeador” MAS SIM “saiu o semeador a semear.”Entre o semeador e o que semeia há muita diferença. Uma coisa é o soldado e outra coisa é o que peleja. Uma coisa é o governador, e outra o que governa. Uma coisa é o pregador e outra o que prega. O semeador e o pregador é nome; o que semeia e o que prega é ação. E AS AÇÕES SÃO AS QUE DÃO O SER AO PREGADOR.Ter nome de pregador ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, a consagração, o enchimento do Espírito, a unção é que dão resultado.Antigamente convertiam-se multidões porque o povo de Deus pregava com a vida e com o exemplo. Hoje há poucas conversões porque pregam-se palavras e pensamentos e não palavras e obras.Palavras sem obras são tiro sem bala, ATROAM MAS NÃO FEREM.A funda de Davi derrubou o gigante, mas não o derrubou com o estalo, senão com a pedra.O pregar que é falar, faz-se com a boca; o pregar que é semear, faz-se com a mão. Para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, é necessário vida, exemplo, obras.A Palavra de Deus frutificou cento por um = Que quer isto dizer? = Que de uma palavra nasceram cem palavras? Não. De uma palavra nasceram cem vidas transformadas. Mas palavras que frutificam vidas, não são só palavras...O próprio verbo de Deus, que era Palavra de Deus, quando veio nos salvar, fez-se carne. Agora o verbo encarnado pregava também aos ouvidos e aos olhos. IDE DIZEI A JOÃO O QUE ESTAIS OUVINDO E VENDO: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos ressuscitam e aos pobres é pregado o Evangelho.Pouco importa que as nossas palavras sejam divinas, se nossa vida não o demonstrar. A razão disto é porque as palavras ouvem-se, as obras vêem-se. As palavras entram pelos ouvidos, as obras entram pelos olhos e a nossa alma rende-se muito mais pelos olhos que pelos ouvidos.Vissem os ouvintes em nós o que nos ouvem a nós e o abalo e os efeitos da nossa mensagem revolucionariam o mundo como aconteceu com FILIPE EM SAMARIA. A cidade ficou abalada e extasiada de alegria ao ouvir e ver as coisas que ele fazia pelo poder de Deus.Sabem porque fazem pouco abalo as nossas mensagens? Porque não pregamos aos olhos, pregamos só aos ouvidos = Se quando os ouvintes percebem os nossos conceitos, têm diante dos olhos as nossas manchas, como hão de crer? Se a minha vida é apologia contra a minha doutrina, se as minhas palavras vão já refutadas nas minhas obras, se uma coisa é o semeador e outra o que semeia, como poderemos esperar frutificação na semeadura?IRMÃOS, QUEREIS SABER A CAUSA PORQUE SE FAZ HOJE TÃO POUCO FRUTO COM TANTAS PREGAÇÕES? É PORQUE AS PALAVRAS DOS PREGADORES SÃO PALAVRAS, MAS NÃO PALAVRAS DE DEUS =A Palavra de Deus é eficaz e produz fruto, mas palavras dos homens não têm esse poder. Diz A Palavra de Deus: “Quem semeia ventos, colhe tempestade.” Se os pregadores semeiam vento, se o que se prega é tradição humana, conceitos humanos, filosofia humana e não a Palavra de Deus, há de colher tormenta e não frutos.Mas dizeis: Mas os pregadores não pregam as Sagradas Escrituras? Como não pregam a Palavra de Deus? = Esse é o mal.: Pregam Palavras de Deus, mas não pregam A PALAVRA DE DEUS.Disse Deus por Jeremias: “o profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? Diz o Senhor.” (23.28) = As Palavras de Deus pregadas no sentido em que Deus as disse, são palavras de Deus, mas pregadas no sentido que nós queremos, não são palavras de Deus, antes podem ser palavras de demônios.Exemplo: O diabo tentou a Jesus com as Escrituras. Jesus defendeu-se do diabo com as Escrituras = Todas as Escrituras são Palavra de Deus; pois se Cristo toma a Escritura para se defender do diabo, como toma o diabo a Escritura para tentar Cristo? A razão é porque Cristo tomava as Palavras das Escrituras em seu verdadeiro sentido e o diabo tomava as palavras de forma torcida. E as mesmas palavras, que tomadas em verdadeiro sentido são Palavra de Deus, tomadas em sentido alheio são armas do diabo. AS MESMAS PALAVRAS QUE TOMADAS NO SENTIDO EM QUE DEUS AS DISSE SÃO DEFESA, TOMADAS EM SENTIDO EM QUE DEUS NÃO DISSE SÃO TENTAÇÃO.Assim como o diabo tentou a Cristo no pináculo do templo com a Palavra mal interpretada, assim hoje ele usa pregadores no púlpito para golpear a Palavra de Deus, torcê-la e adulterá-la, pregando MODERNISMO, LIBERALISMO, MISTICISMO, VISÕES, PROFECIAS, SONHOS E TODA SORTE DE MANIPULAÇÃO HUMANA. Exemplo: Teologia de prosperidade - forma indecorosa de arrancar dinheiro do povo - exageros da batalha espiritual - profecias carnais que geram escândalo ...CONCLUSÃOMuitos rejeitam, zombam e não querem ouvir a Palavra de Deus. Mas a doutrina de que eles zombam, essa é a que lhes devemos pregar, porque é a mais proveitosa.A semente que caiu no caminho comeram-na as aves. Estas aves, como explicou Jesus são demônios que tiram a Palavra de Deus dos corações dos homens. Pois porque não comeu o diabo a semente que caiu entre os espinhos? Ou a semente que caiu nas pedras, senão a semente que caiu no caminho? PORQUE A SEMENTE QUE CAIU NO CAMINHO - PISARAM-NA OS HOMENS - E a doutrina que os homens pisam essa é a que o diabo teme. Desses outros conceitos e pensamentos que os homens aplaudem o diabo não se acautela, porque sabe que não são essas as pregações que hão de lhe tirar as almas das unhas.Explicando Cristo a parábola diz que as pedras são aqueles que ouvem a pregação com gosto - mas depois viram pedras! Não gostem e abrandem-se; não gostem e quebrem-se; não gostem e frutifiquem. O frutificar não se ajunta com o gostar, senão com o padecer. Se a semente não morrer ela não frutifica. A semente que frutifica não é aquela que dá gosto ao ouvinte, é aquela que lhe dá pena. Quando o ouvinte a cada palavra do pregador treme. Quando o ouvinte vai do sermão para casa atônito, então é a pregação que convém e que dará fruto.Devemos esperar não que os homens saiam dos nossos sermões e cultos contentes de nós, senão que saiam muito descontentes de si. Não que lhes pareçam bem a Palavra de Deus, mas que lhes pareçam mal os seus pecados, as suas vidas, as suas ambições. Contanto que se descontentem de si; descontentem-se embora de nós. Paulo disse: “Se agradasse ainda a homens não seria servo de Cristo.”Devemos pregar o que convém à sã doutrina, com poder e unção, com vida e testemunho, com coragem e determinação.PREGUEMOS E ARMEMO-NOS TODOS CONTRA O PECADO. VEJA O CÉU QUE AINDA TEM NA TERRA QUEM SE PÕE DA SUA PARTE. SAIBA O INFERNO QUE AINDA HÁ NA TERRA QUEM LHE FAÇA GUERRA COM A PALAVRA DE DEUS E SAIBA A MESMA TERRA, QUE AINDA ESTÁ EM ESTADO DE REVERDECER E DAR MUITO FRUTO! Amém!!!
Rev. Hernandes Dias Lopes.
Referência: LUCAS 8.4-8,12-15Diz Cristo que saiu o pregador evangélico a semear a Palavra divina. Não só faz menção de semear, mas faz também caso de sair, porque no dia da colheita hão de nos medir a semeadura e hão de nos contar os passos.Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Agora, diz Cristo que o semeador saiu, porém não diz que tornou, pois quem lança mão do arado e olha para traz não é apto para o Reino.E se esse semeador quando saiu, achasse o campo tomado? Se se armassem contra ele os espinhos? Se se levantasse contra ele as pedras? E se lhe fechassem os caminhos, que havia de fazer?Todos esses problemas enfrentou o semeador. Começou ele a semear, mas com pouca ventura. Uma parte do trigo caiu entre os espinhos, e afogaram-na os espinhos. Outra parte caiu sobre pedras e secou-se nas pedras por falta de umidade. Outra parte caiu no caminho, e pisaram-no os homens e comeram-no as aves.Ora, vede como todas as criaturas do mundo se armaram contra esta sementeira. Todas as criaturas quantas há no mundo se reduzem a quatro gêneros: 1) CRIATURAS RACIONAIS = como os homens. 2) CRIATURAS SENSITIVAS = como os animais. 3) CRIATURAS VEGETATIVAS = como as plantas. 4) CRIATURAS INSENSÍVEIS = como as pedras. E não há mais. Faltou alguma dessas que se não armasse contra o semeador? NENHUMA!.A natureza insensível o perseguiu nas pedras; a vegetativa nos espinhos; a sensitiva nas aves; a racional nos homens. As pedras secaram-na; os espinhos afogaram-na; as aves comeram-na e os homens pisaram-na.Os pregadores ao semearem a Palavra acham homens homens; homens pedra; homens troncos; homens secos. Houve aqui semente mirrada, semente afogada, semente comida e semente pisada.Há! Não só a semente, mas muitos semeadores também que sofrem a mesma oposição. Houve semeadores afogados, semeadores comidos, semeadores mirrados e semeadores pisados.Ah, mas isto é glória para os semeadores, pois são mirrados sim, mas por amor a Deus mirrados; afogados sim, mas por amor de Deus afogados; comidos sim, mas por amor de Deus comidos; pisados sim, mas por amor de Deus perseguidos e pisados.E o que devia fazer o semeador evangélico, vendo tão mal logrados seus primeiros trabalhos? Desistir da sementeira? Ficar ocioso no campo? Não, ele não desanimou nem na primeira, nem na segunda, nem na terceira perda. A quarta parte caiu em BOA TERRA e se restauraram com vantagem as perdas das demais: NASCEU, CRESCEU, ESPIGOU, AMADURECEU, COLHEU-SE, MEDIU-SE 30, 60, 100 POR UM.“Os que saem chorando enquanto semeiam voltarão com júbilo trazendo os seus feixes.” O semeador foi perseverante: perdeu a primeira, a segunda, a terceira parte da semente, mas aproveitou a quarta e última e colheu dela muito fruto.I. O SIGNIFICADO DA PARÁBOLAA semente que semeou o pregador é a PALAVRA DE DEUS. Os espinhos, as pedras, o caminho e a terra boa, em que a semente caiu, são os diversos corações dos homens.1) OS ESPINHOS = São os corações embaraçados com cuidados, com riquezas, com prazeres carnais - e nestes afoga-se a Palavra de Deus.2) AS PEDRAS = São os corações duros e obstinados e nestes seca-se a Palavra de Deus, e se nasce, não cria raízes.3) OS CAMINHOS = São os corações inquietos e perturbados com a passagem e tropel das coisas do mundo, umas que vão, outras que vêm, outras que atravessam e todas que passam - e nestes é pisada a Palavra de Deus.4) A TERRA BOA = São os corações que acolhem a Palavra e neles frutifica com tanta fecundidade e abundância que se colhe cento por um.Se a Palavra de Deus é tão eficaz e tão poderosa, como vemos tão pouco fruto hoje? Se ela frutificou cento por um, porque hoje muitas vezes não frutifica um por cento? Na igreja apostólica, na igreja primitiva, na Reforma, nos Reavivamentos do Século XVIII, XIX e começo do século XX, multidões convertiam-se ao Evangelho. Vidas eram transformadas. Lares eram reerguidos. Cidades eram salvas. Nações restauradas.Hoje, a despeito de termos tantos pregadores e tantos sermões e tanta semeadura, porque há tão poucos frutos? Porque tão poucos homens se arrependem? Porque tão pequenos resultados se Deus é o mesmo e se a Palavra tem o mesmo poder?II. DESCOBRINDO AS CAUSASFazer pouco fruto a Palavra de Deus pode proceder de um de três princípios:1) ou da parte do PREGADOR;2) ou da parte do OUVINTE;3) ou da parte de DEUS.Para uma pessoa se converter por meio da mensagem há de haver três concursos:1) Há de concorrer o pregador com a DOUTRINA, persuadindo-o;2) Há de concorrer o ouvinte com o ENTENDIMENTO, percebendo;3) Há de concorrer Deus com a GRAÇA, alumiando.Para um homem se ver a si mesmo são necessárias três coisas: OLHOS, ESPELHO E LUZ. Se tem espelho e é cego, não pode ver por falta de olhos; se tem espelho e olhos, e é noite, não se pode ver por falta de luz. Logo há mister luz, há mister espelho, e há mister olhos.O pregador concorre com o espelho, que é a DOUTRINA. Deus concorre com a luz, que a GRAÇA; o homem concorre com os olhos que é o ENTENDIMENTO.Mas se há pouco fruto de quem é a falta? De Deus, do ouvinte ou do pregador?1. POR PARTE DE DEUS?Por parte de Deus não falta e nem pode faltar. A primeira semente perdeu-se porque a afogaram os espinhos. A segunda porque a secaram as pedras. A terceira porque a pisaram os homens e a comeram as aves. Isto é o que Cristo diz, mas notai o que Ele não diz. Não diz que parte alguma daquela semente se perdesse por causa do sol ou da chuva. Porque o sol e a chuva são dádiva do céu e deixar de frutificar a semente da Palavra de Deus nunca é por falta do céu, sempre é por culpa nossa.2. SERÁ POR PARTE DO OUVINTE?Se a culpa fosse toda dos ouvintes, não teria a Palavra de Deus feito grandes resultados produzindo cento por um. Na boa terra a semente frutificou em abundância e mesmo nos solos pisados, espinhentos e rochosos a semente não frutificou, mas nasceu. A semente que caiu nos espinhos nasceu, mas afogaram-no; a semente que caiu nas pedras, nasceu, mas secou-se.A Palavra é tão fecunda que na boa terra produz muito fruto e nos espinheiros e nas pedras faz efeito.Os piores ouvintes são as pedras e os espinhos = Os espinhos por agudos, as pedras por duras. Ouvintes de entendimentos agudos e de vontades endurecidas são as piores. OS OUVINTES DE ENTENDIMENTO AGUDOS = São mau ouvintes porque vêm só ouvir sutilezas, avaliar pensamentos e às vezes também a picar quem não os pica. A semente não picou os espinhos, estes picaram a semente.OS OUVINTES DE VONTADE ENDURECIDA = São os piores porque ainda os espinhos agudos se quebram na sua dureza. Estes são fechados, impenetráveis, insensíveis.Mas a Palavra é tão poderosa que sem cortar nem despontar espinhos nasce entre espinhos - sem arrancar pedras nasce entre as pedras. ENTÃO, SE A PALAVRA É PODEROSA E PRODUZIU EM UM FRUTOS E NOUTROS EFEITOS, A CULPA NÃO É DOS OUVINTES SÓ, MAS PRINCIPALMENTE DOS PREGADORES.III. APONTANDO AS CAUSASA definição do pregador é a vida e o exemplo. Por isso Cristo não o comparou ao semeador, mas ao que semeia. Não diz Cristo: “Saiu a semear o semeador” MAS SIM “saiu o semeador a semear.”Entre o semeador e o que semeia há muita diferença. Uma coisa é o soldado e outra coisa é o que peleja. Uma coisa é o governador, e outra o que governa. Uma coisa é o pregador e outra o que prega. O semeador e o pregador é nome; o que semeia e o que prega é ação. E AS AÇÕES SÃO AS QUE DÃO O SER AO PREGADOR.Ter nome de pregador ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, a consagração, o enchimento do Espírito, a unção é que dão resultado.Antigamente convertiam-se multidões porque o povo de Deus pregava com a vida e com o exemplo. Hoje há poucas conversões porque pregam-se palavras e pensamentos e não palavras e obras.Palavras sem obras são tiro sem bala, ATROAM MAS NÃO FEREM.A funda de Davi derrubou o gigante, mas não o derrubou com o estalo, senão com a pedra.O pregar que é falar, faz-se com a boca; o pregar que é semear, faz-se com a mão. Para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, é necessário vida, exemplo, obras.A Palavra de Deus frutificou cento por um = Que quer isto dizer? = Que de uma palavra nasceram cem palavras? Não. De uma palavra nasceram cem vidas transformadas. Mas palavras que frutificam vidas, não são só palavras...O próprio verbo de Deus, que era Palavra de Deus, quando veio nos salvar, fez-se carne. Agora o verbo encarnado pregava também aos ouvidos e aos olhos. IDE DIZEI A JOÃO O QUE ESTAIS OUVINDO E VENDO: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos ressuscitam e aos pobres é pregado o Evangelho.Pouco importa que as nossas palavras sejam divinas, se nossa vida não o demonstrar. A razão disto é porque as palavras ouvem-se, as obras vêem-se. As palavras entram pelos ouvidos, as obras entram pelos olhos e a nossa alma rende-se muito mais pelos olhos que pelos ouvidos.Vissem os ouvintes em nós o que nos ouvem a nós e o abalo e os efeitos da nossa mensagem revolucionariam o mundo como aconteceu com FILIPE EM SAMARIA. A cidade ficou abalada e extasiada de alegria ao ouvir e ver as coisas que ele fazia pelo poder de Deus.Sabem porque fazem pouco abalo as nossas mensagens? Porque não pregamos aos olhos, pregamos só aos ouvidos = Se quando os ouvintes percebem os nossos conceitos, têm diante dos olhos as nossas manchas, como hão de crer? Se a minha vida é apologia contra a minha doutrina, se as minhas palavras vão já refutadas nas minhas obras, se uma coisa é o semeador e outra o que semeia, como poderemos esperar frutificação na semeadura?IRMÃOS, QUEREIS SABER A CAUSA PORQUE SE FAZ HOJE TÃO POUCO FRUTO COM TANTAS PREGAÇÕES? É PORQUE AS PALAVRAS DOS PREGADORES SÃO PALAVRAS, MAS NÃO PALAVRAS DE DEUS =A Palavra de Deus é eficaz e produz fruto, mas palavras dos homens não têm esse poder. Diz A Palavra de Deus: “Quem semeia ventos, colhe tempestade.” Se os pregadores semeiam vento, se o que se prega é tradição humana, conceitos humanos, filosofia humana e não a Palavra de Deus, há de colher tormenta e não frutos.Mas dizeis: Mas os pregadores não pregam as Sagradas Escrituras? Como não pregam a Palavra de Deus? = Esse é o mal.: Pregam Palavras de Deus, mas não pregam A PALAVRA DE DEUS.Disse Deus por Jeremias: “o profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? Diz o Senhor.” (23.28) = As Palavras de Deus pregadas no sentido em que Deus as disse, são palavras de Deus, mas pregadas no sentido que nós queremos, não são palavras de Deus, antes podem ser palavras de demônios.Exemplo: O diabo tentou a Jesus com as Escrituras. Jesus defendeu-se do diabo com as Escrituras = Todas as Escrituras são Palavra de Deus; pois se Cristo toma a Escritura para se defender do diabo, como toma o diabo a Escritura para tentar Cristo? A razão é porque Cristo tomava as Palavras das Escrituras em seu verdadeiro sentido e o diabo tomava as palavras de forma torcida. E as mesmas palavras, que tomadas em verdadeiro sentido são Palavra de Deus, tomadas em sentido alheio são armas do diabo. AS MESMAS PALAVRAS QUE TOMADAS NO SENTIDO EM QUE DEUS AS DISSE SÃO DEFESA, TOMADAS EM SENTIDO EM QUE DEUS NÃO DISSE SÃO TENTAÇÃO.Assim como o diabo tentou a Cristo no pináculo do templo com a Palavra mal interpretada, assim hoje ele usa pregadores no púlpito para golpear a Palavra de Deus, torcê-la e adulterá-la, pregando MODERNISMO, LIBERALISMO, MISTICISMO, VISÕES, PROFECIAS, SONHOS E TODA SORTE DE MANIPULAÇÃO HUMANA. Exemplo: Teologia de prosperidade - forma indecorosa de arrancar dinheiro do povo - exageros da batalha espiritual - profecias carnais que geram escândalo ...CONCLUSÃOMuitos rejeitam, zombam e não querem ouvir a Palavra de Deus. Mas a doutrina de que eles zombam, essa é a que lhes devemos pregar, porque é a mais proveitosa.A semente que caiu no caminho comeram-na as aves. Estas aves, como explicou Jesus são demônios que tiram a Palavra de Deus dos corações dos homens. Pois porque não comeu o diabo a semente que caiu entre os espinhos? Ou a semente que caiu nas pedras, senão a semente que caiu no caminho? PORQUE A SEMENTE QUE CAIU NO CAMINHO - PISARAM-NA OS HOMENS - E a doutrina que os homens pisam essa é a que o diabo teme. Desses outros conceitos e pensamentos que os homens aplaudem o diabo não se acautela, porque sabe que não são essas as pregações que hão de lhe tirar as almas das unhas.Explicando Cristo a parábola diz que as pedras são aqueles que ouvem a pregação com gosto - mas depois viram pedras! Não gostem e abrandem-se; não gostem e quebrem-se; não gostem e frutifiquem. O frutificar não se ajunta com o gostar, senão com o padecer. Se a semente não morrer ela não frutifica. A semente que frutifica não é aquela que dá gosto ao ouvinte, é aquela que lhe dá pena. Quando o ouvinte a cada palavra do pregador treme. Quando o ouvinte vai do sermão para casa atônito, então é a pregação que convém e que dará fruto.Devemos esperar não que os homens saiam dos nossos sermões e cultos contentes de nós, senão que saiam muito descontentes de si. Não que lhes pareçam bem a Palavra de Deus, mas que lhes pareçam mal os seus pecados, as suas vidas, as suas ambições. Contanto que se descontentem de si; descontentem-se embora de nós. Paulo disse: “Se agradasse ainda a homens não seria servo de Cristo.”Devemos pregar o que convém à sã doutrina, com poder e unção, com vida e testemunho, com coragem e determinação.PREGUEMOS E ARMEMO-NOS TODOS CONTRA O PECADO. VEJA O CÉU QUE AINDA TEM NA TERRA QUEM SE PÕE DA SUA PARTE. SAIBA O INFERNO QUE AINDA HÁ NA TERRA QUEM LHE FAÇA GUERRA COM A PALAVRA DE DEUS E SAIBA A MESMA TERRA, QUE AINDA ESTÁ EM ESTADO DE REVERDECER E DAR MUITO FRUTO! Amém!!!
Rev. Hernandes Dias Lopes.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
missões
O MOBILIZADOR DE MISSÕES
1. O Mobilizador de Missões é alguém que Deus chamou para uma tarefa muito especial, que é ajudar a igreja a desenvolver sua consciência missionária, despertando-a para a evangelização do mundo. Assim, sendo, esperamos que cada Mobilizador de Missões tenha visão de que missões é ministério. Não é um cargo na estrutura organizacional da igreja, eleito pelos irmãos, e sim, uma vocação que precisa ser exercido com maturidade espiritual, responsabilidade e visão de cumprir o mandamento de ir e fazer discípulos.
2. O Depam promove o Programa de Mobilizadores de Missões visando criar de divulgadores de missões em todos os ministérios, mantendo acesa a chama missionária no coração dos crentes da nossa igreja.
3. A nossa igreja é imensa, agora com um templo de 6 mil lugares, temos mais de 3 mil membros, somando isso a fatores sócio-culturais nos traz grandes desafios.
4. Entendemos que o trabalho de missões é definido biblicamente como de responsabilidade de toda igreja (Atos 1:8). O crescimento desse trabalho trouxe à nossa igreja a necessidade de criar estruturas que o coordenem e viabilizem. Assim, o Departamento de Missões existe para apoiar o trabalho de toda a igreja e o Promotor é este que facilitará o cumprimento desta tarefa.
5. POR QUÊ SE NECESSITA DO PROMOTOR?
Devido a perda progressiva da visão missionária da nossa igreja através dos anos; a liderança entendeu que precisa de um programa missionário.
A liderança viu a necessidade de se implementar um programa que visa mobilizar a igreja durante o ano todo, mudando a postura da igreja nesta área, que tinha como programa de mobilização, principalmente a conferência será a celebração e o fechamento de um processo que percorreu toco ano.
Não só pelas dificuldades, mas também pelas bençãos, temos que fazer com que mais pessoas participem da obra missionária, pois entendemos que participar do projeto de Deus é a maior benção que uma pessoa possa receber, e também temos que avançar, pois existem projetos que necessita da participação de cada crente de nossa igreja. Por isso foi criado o Promotor de Missões.
6. QUAL O OBJETIVO DO PROMOTOR?
Por este motivo a liderança viu a necessidade de se criar uma equipe que vai auxiliar a mesma nesta importante tarefa, dado a importância, o Promotor passa ser a peça principal para o sucesso desta empreitada, e assim levar a nossa igreja a cumprir sua parte na Grande Comissão.
Diante dos desafios apresentados, a figura do Promotor de Missões ganha uma importância muito grande. É ele o elo que liga a igreja com o missionário, os sustentadores e o campo (os enviadores, intercessores e sustentadores financeiros).
7.COMO O PROMOTOR IRÁ INFORMAR E FORMAR?
INFORMANDO: Tornando disponível para todos (membros dos ministérios e departamento), o máximo de informação sobre os campos missionários, nossos missionários e projetos a curto e médio prazo, e fará isto através de cultos missionários, momentos missionários, festas missionárias e etc... Tendo sempre um facilitador na promoção missionária dentro dos departamentos.
O Promotor deverá ser criativo e contar com a criatividade de Deus que é inesgotável para cumprir seu ministério de enviar.
FORMANDO: Sendo um fazedor de discípulo, sendo um multiplicador, despertando e capacitando para que o ministério e departamento consiga desenvolver a habilidade de promover dentro dele o ministério de enviar, e assim despertar a consciência missionária.
A igreja que possui uma consciência missionária é aquela que tem um estilo de vida missionário como parte de sua cultura organizacional, e está consciente desta forma de viver missionária e estende este estilo de vida a todos os seus membros, e o Promotor (junto ao Depam) conseguirá formar e fortalecer a consciência através de:
Cursos e Seminários;
Intercessão Missionária;
Práticas de Evangelismo;
Práticas de Discipulado;
Impactos Evangelísticos (motivando que os membros do ministério ou departamento participe);
Viagem Missionárias e Projetos de Férias (motivando que os membros do ministério ou departamento participe).
O Promotor deve se tornar um facilitador e mobilizador para que a igreja esteja consciente da sua vocação e chamado, como um corpo no cumprimento da Grande comissão.
A tarefa de conscientizar toda a nossa igreja é muito grande, por isso focalizaremos nossas ações nos departamentos e ministérios. Deste modo teremos mais facilidade para diagnosticar, planejar e avaliar a nossa atividade.
O QUE O DEPAM ESPERA DO MOBILIZADOR
Considerando o tamanho da obra a ser feita e sua importância, o Depam espera que seu Mobilizador
1. Tenha interesse em conhecer o trabalho missionário no Brasil e no mundo.
Além de informar-se sobre o que acontece nos campos missionários, é fundamental que o Mobilizador se interesse em conhecer novos projetos, sua forma de atuação, sua visão e sua missão. Toda e qualquer dúvida que surja sobre o trabalho missionário deve ser dirigida ao Depam, que terá satisfação em atender e esclarecer.
2. Tenha total comprometimento em realizar a tarefa de Mobilizador.
Conhecendo o que ocorre no campo missionário você manterá o teu coração inflamado pela obra.
3. Seja um profundo conhecedor de sua área de atuação.
O Mobilizador precisa ter o máximo de informações sobre a área em que atua. Número de membros do ministério ou departamento, profissionais que participam no ministério, o nível de instrução, entre outras. Quanto mais informações o Mobilizador tiver, melhor ele poderá estruturar seu trabalho. Isso servirá ainda para que juntamente com o departamento seja definido o alvo e os desafios para a mesmo na divulgação de missões.
É importante lembrar que a iniciativa de definir um alvo deve partir do departamento ou ministério. Mobilizador deve colaborar e estar disponível, respeitando a sugestão do departamento ou ministério e desafiando-a a crescer sempre em sua contribuição para a obra de missões.
Esse é o nosso objetivo principal, e a sua tarefa como Mobilizador de Missões. Assim, o Mobilizador deverá estabelecer um relacionamento com o líder, a fim de que ele mobilize o departamento ou ministério. Como representante do Depam o Mobilizador será sempre um facilitador.
O nível de interesse e mobilização para a obra missionária pode ser diferente de departamento para departamento. É fundamental que o trabalho seja de conscientização e sensibilização em amor. É importante orar com o líder e apresentar-lhe desafios, informando-o sobre a obra que a igreja está fazendo nos campos de missões mundiais e nacionais e sobre o que ainda temos por fazer. Peça-lhe permissão para ajudá-lo na tarefa de despertar o departamento ou ministério para missões.
4. Mantenha constante contato com o líder.
A Presença de um missionário visitando o departamento é sempre algo inspirador e gratificante. Quando isso acontecer, o Mobilizador participará divulgando a presença dele.
1. O Mobilizador de Missões é alguém que Deus chamou para uma tarefa muito especial, que é ajudar a igreja a desenvolver sua consciência missionária, despertando-a para a evangelização do mundo. Assim, sendo, esperamos que cada Mobilizador de Missões tenha visão de que missões é ministério. Não é um cargo na estrutura organizacional da igreja, eleito pelos irmãos, e sim, uma vocação que precisa ser exercido com maturidade espiritual, responsabilidade e visão de cumprir o mandamento de ir e fazer discípulos.
2. O Depam promove o Programa de Mobilizadores de Missões visando criar de divulgadores de missões em todos os ministérios, mantendo acesa a chama missionária no coração dos crentes da nossa igreja.
3. A nossa igreja é imensa, agora com um templo de 6 mil lugares, temos mais de 3 mil membros, somando isso a fatores sócio-culturais nos traz grandes desafios.
4. Entendemos que o trabalho de missões é definido biblicamente como de responsabilidade de toda igreja (Atos 1:8). O crescimento desse trabalho trouxe à nossa igreja a necessidade de criar estruturas que o coordenem e viabilizem. Assim, o Departamento de Missões existe para apoiar o trabalho de toda a igreja e o Promotor é este que facilitará o cumprimento desta tarefa.
5. POR QUÊ SE NECESSITA DO PROMOTOR?
Devido a perda progressiva da visão missionária da nossa igreja através dos anos; a liderança entendeu que precisa de um programa missionário.
A liderança viu a necessidade de se implementar um programa que visa mobilizar a igreja durante o ano todo, mudando a postura da igreja nesta área, que tinha como programa de mobilização, principalmente a conferência será a celebração e o fechamento de um processo que percorreu toco ano.
Não só pelas dificuldades, mas também pelas bençãos, temos que fazer com que mais pessoas participem da obra missionária, pois entendemos que participar do projeto de Deus é a maior benção que uma pessoa possa receber, e também temos que avançar, pois existem projetos que necessita da participação de cada crente de nossa igreja. Por isso foi criado o Promotor de Missões.
6. QUAL O OBJETIVO DO PROMOTOR?
Por este motivo a liderança viu a necessidade de se criar uma equipe que vai auxiliar a mesma nesta importante tarefa, dado a importância, o Promotor passa ser a peça principal para o sucesso desta empreitada, e assim levar a nossa igreja a cumprir sua parte na Grande Comissão.
Diante dos desafios apresentados, a figura do Promotor de Missões ganha uma importância muito grande. É ele o elo que liga a igreja com o missionário, os sustentadores e o campo (os enviadores, intercessores e sustentadores financeiros).
7.COMO O PROMOTOR IRÁ INFORMAR E FORMAR?
INFORMANDO: Tornando disponível para todos (membros dos ministérios e departamento), o máximo de informação sobre os campos missionários, nossos missionários e projetos a curto e médio prazo, e fará isto através de cultos missionários, momentos missionários, festas missionárias e etc... Tendo sempre um facilitador na promoção missionária dentro dos departamentos.
O Promotor deverá ser criativo e contar com a criatividade de Deus que é inesgotável para cumprir seu ministério de enviar.
FORMANDO: Sendo um fazedor de discípulo, sendo um multiplicador, despertando e capacitando para que o ministério e departamento consiga desenvolver a habilidade de promover dentro dele o ministério de enviar, e assim despertar a consciência missionária.
A igreja que possui uma consciência missionária é aquela que tem um estilo de vida missionário como parte de sua cultura organizacional, e está consciente desta forma de viver missionária e estende este estilo de vida a todos os seus membros, e o Promotor (junto ao Depam) conseguirá formar e fortalecer a consciência através de:
Cursos e Seminários;
Intercessão Missionária;
Práticas de Evangelismo;
Práticas de Discipulado;
Impactos Evangelísticos (motivando que os membros do ministério ou departamento participe);
Viagem Missionárias e Projetos de Férias (motivando que os membros do ministério ou departamento participe).
O Promotor deve se tornar um facilitador e mobilizador para que a igreja esteja consciente da sua vocação e chamado, como um corpo no cumprimento da Grande comissão.
A tarefa de conscientizar toda a nossa igreja é muito grande, por isso focalizaremos nossas ações nos departamentos e ministérios. Deste modo teremos mais facilidade para diagnosticar, planejar e avaliar a nossa atividade.
O QUE O DEPAM ESPERA DO MOBILIZADOR
Considerando o tamanho da obra a ser feita e sua importância, o Depam espera que seu Mobilizador
1. Tenha interesse em conhecer o trabalho missionário no Brasil e no mundo.
Além de informar-se sobre o que acontece nos campos missionários, é fundamental que o Mobilizador se interesse em conhecer novos projetos, sua forma de atuação, sua visão e sua missão. Toda e qualquer dúvida que surja sobre o trabalho missionário deve ser dirigida ao Depam, que terá satisfação em atender e esclarecer.
2. Tenha total comprometimento em realizar a tarefa de Mobilizador.
Conhecendo o que ocorre no campo missionário você manterá o teu coração inflamado pela obra.
3. Seja um profundo conhecedor de sua área de atuação.
O Mobilizador precisa ter o máximo de informações sobre a área em que atua. Número de membros do ministério ou departamento, profissionais que participam no ministério, o nível de instrução, entre outras. Quanto mais informações o Mobilizador tiver, melhor ele poderá estruturar seu trabalho. Isso servirá ainda para que juntamente com o departamento seja definido o alvo e os desafios para a mesmo na divulgação de missões.
É importante lembrar que a iniciativa de definir um alvo deve partir do departamento ou ministério. Mobilizador deve colaborar e estar disponível, respeitando a sugestão do departamento ou ministério e desafiando-a a crescer sempre em sua contribuição para a obra de missões.
Esse é o nosso objetivo principal, e a sua tarefa como Mobilizador de Missões. Assim, o Mobilizador deverá estabelecer um relacionamento com o líder, a fim de que ele mobilize o departamento ou ministério. Como representante do Depam o Mobilizador será sempre um facilitador.
O nível de interesse e mobilização para a obra missionária pode ser diferente de departamento para departamento. É fundamental que o trabalho seja de conscientização e sensibilização em amor. É importante orar com o líder e apresentar-lhe desafios, informando-o sobre a obra que a igreja está fazendo nos campos de missões mundiais e nacionais e sobre o que ainda temos por fazer. Peça-lhe permissão para ajudá-lo na tarefa de despertar o departamento ou ministério para missões.
4. Mantenha constante contato com o líder.
A Presença de um missionário visitando o departamento é sempre algo inspirador e gratificante. Quando isso acontecer, o Mobilizador participará divulgando a presença dele.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
dinâmicas de grupo
Envie sua dinâmica e enriqueça nossa página ! Quero enviar minha idéia19. Dinâmica - A História da “Máquina Registrada”
Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.2. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros; sendo possível, orientar vários subgrupos, simultaneamente. Tempo exigido: quarenta minutos, aproximadamente. Material utilizado: - Uma cópia da história da “Máquina Registradora”, para cada membro participante e para cada grupo.- Lápis ou caneta. Procedimento: 1. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos, deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras, falsas ou desconhecidas. 2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco a sete membros, recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”, para um trabalho de consenso de grupo, durante doze a quinze minutos, registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras, falsas ou desconhecidas. 3. O animador, a seguir, anuncia as respostas corretas. (a declaração número 3 é falsa, e a do número 6 é verdadeira, e todas as demais são desconhecidas). 4. Em continuação, haverá um breve comentário acerca da experiência vivida, focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre. Um membro da polícia é imediatamente avisado.Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso - Desconhecido 1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados ........... V F ?2. O ladrão foi um homem......... V F ? 3. O homem não pediu dinheiro.......... V F ? 4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.................V F ? 5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ........V F ? 6. Alguém abriu uma máquina registradora......... V F ? 7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora, fugiu....... V F ?8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade............ V F ? 9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .................. V F ? 10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia ............ V F ? 11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ...... V F ?
Contribuição enviada pelo usuário: José Carlos Versuri - Mauá - SP
20. Dinâmica: Medo de Desafios
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD). Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa). Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia. Contribuição enviada pela usuária: Kelma de Freitas - Fortaleza,Ceará e Brasil
21. Dinâmica: Sorriso Milionário
Material: bolinhas de papel amassadoProcedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. Cada bolinha vale R$1.000,00. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel, essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro, em seguida devem parar em sua frente, olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu. Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro", que será o milionário. Contribuição enviada pela usuária: Renata Galerani Evangelista - Lençóis Paulista
22. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo
Material: Quadro Negro, Giz, Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador, uma fita cassete, uma bola ou um objeto.Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha, dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema. Ao terminar a música, os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar, o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. O Grupo escolhe um dos membros para falar, esta escolha é por sorteio dentro do grupo. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. Se um deles não souber responder, ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. Não tem sorteios. Se o grupo empatar, cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. Se acertar, é o campeão. Se errar, é um risco. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. Se ambos ainda empatarem, escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. Mesmo que sobre um, ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. Na verdade, esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão, depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. Isto é que se deve fazer em sala de aula, todos em conjunto, uns ajudando aos outros. Contribuição enviada pelo usuário: TORQUATO - Téc. Adm. - Ex-catequista - CRUZEIRO - DF
23. Dinâmica: do 1, 2, 3
Objetivo: Quebra-geloProcedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que dêm uma "reboladinha". A situação fica bem divertida. Grato. Ricardo José RodriguesContribuição enviada pelo usuário: Ricardo José Rodrigues - Coordenador - São Paulo -SP
24. Dinâmica: Dinâmica do Amor
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. Procedimento: Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra.Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho - Professora- Goiânia- GO
25. Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)Procedimento: 1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara... 6. Abrir para discussões no grupo. 7. Fechamento da vivência. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 anosContribuição enviada pela usuária: Taise Helena soares da Costa - RJ - RJ
26. Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papelProcedimento: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O o facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta:1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que não é tão dificil resolvermos problemas quando estamos juntos. Ele perdirá aos participantres que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc...(as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. Eu tratabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes, um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca, e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Abraços. Contribuição enviada pela usuária: Carminha Braga - Franca
27. Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de outras escolas.Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.Procedimento: ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial; o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada, esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem.Contribuição enviada pelo usuário: Hudson Azevedo Pinheiro- Duque de Caxias - RJ
28. Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, canetaProcedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro.Contribuição enviada pela usuária: Maria Apasrecida Fontes Martinez - Curitiba
29. Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vidaMaterial: Pirulito para cada participante.Procedimento: Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados.Contribuição enviada pela usuária: Marta Cristina Nonato Marques- Governador valadares - MG
30. Dinâmica: "Urso de pelúcia"
Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúciaProcedimento: Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão, quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado.Contribuição enviada pela usuária: Renata - RJ
31. Dinâmica: "DNA/Herança Genética"
Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da famíliaMaterial: 1 Folha A4 para cada participante, Canetas hidrocor, lápis de cor ou giz de cera, Música ambiente.Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . Tempo: 25 min. O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô, do pai, da tia... Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. Entregue uma folha A4 para cada participante. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A, B, C e D. Coloque música ambiente.Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos.Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles.Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha.Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê)e observando as qualidades e falhas da família, deverá anotar que características herdou e de quem herdou. Escrever também na folha o nome e a idade.Após o término dos desenhos, o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.
Análise A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética, à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Da percepção que temos do espaço social chamado Família.Que personagem da família foi mais fácil desenhar?Dentre as qualidades que você herdou, qual foi mais confortável anotar? Por que?Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir?Que sentimentos este exercício trouxe à tona?Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros?Contribuição enviada pela usuário: Marcos Rogério - consultor em dinâmicas de grupo e tecnologia educacional.
body>
Exercício de Decisão Grupal Objetivos: 1. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.2. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão. Tamanho do grupo: Subgrupos formados com cinco a sete membros; sendo possível, orientar vários subgrupos, simultaneamente. Tempo exigido: quarenta minutos, aproximadamente. Material utilizado: - Uma cópia da história da “Máquina Registradora”, para cada membro participante e para cada grupo.- Lápis ou caneta. Procedimento: 1. O animador distribui uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro participante que durante sete a dez minutos, deverá ler e assinar as declarações consideradas verdadeiras, falsas ou desconhecidas. 2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco a sete membros, recebendo cada subgrupo uma cópia da história da “Máquina Registradora”, para um trabalho de consenso de grupo, durante doze a quinze minutos, registrando novamente as declarações consideradas verdadeiras, falsas ou desconhecidas. 3. O animador, a seguir, anuncia as respostas corretas. (a declaração número 3 é falsa, e a do número 6 é verdadeira, e todas as demais são desconhecidas). 4. Em continuação, haverá um breve comentário acerca da experiência vivida, focalizando-se sobretudo o impacto que as suposições causam sobre a decisão e os valores do grupo. Exercício da “Máquina Registradora” A HISTÓRIA: Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre. Um membro da polícia é imediatamente avisado.Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso - Desconhecido 1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja de calçados ........... V F ?2. O ladrão foi um homem......... V F ? 3. O homem não pediu dinheiro.......... V F ? 4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.................V F ? 5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina registradora e fugiu ........V F ? 6. Alguém abriu uma máquina registradora......... V F ? 7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina registradora, fugiu....... V F ?8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a quantidade............ V F ? 9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário .................. V F ? 10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas: o proprietário, um homem que pediu dinheiro é um membro da polícia ............ V F ? 11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ...... V F ?
Contribuição enviada pelo usuário: José Carlos Versuri - Mauá - SP
20. Dinâmica: Medo de Desafios
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD). Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa). Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia. Contribuição enviada pela usuária: Kelma de Freitas - Fortaleza,Ceará e Brasil
21. Dinâmica: Sorriso Milionário
Material: bolinhas de papel amassadoProcedimento: Essa dinâmica é usada para descontrair e integrar o grupo de uma forma divertida. Cada bolinha vale R$1.000,00. O professor distribuirá para cada pessoa do grupo 5 bolinhas de papel, essas deverão estar dispersas no local onde será realizada a brincadeira. Dado o sinal os alunos deverão sair e procurar um companheiro, em seguida devem parar em sua frente, olhar fixamente nos olhos desse companheiro que por sua vez não pode sorrir. Quem sorrir primeiro paga uma bolinha para a pessoa a quem sorriu. Vence quem terminar a brincadeira com mais "dinheiro", que será o milionário. Contribuição enviada pela usuária: Renata Galerani Evangelista - Lençóis Paulista
22. Dinâmica: Verificação se aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo
Material: Quadro Negro, Giz, Perguntas da matéria elaboradas pelo facilitador, uma fita cassete, uma bola ou um objeto.Procedimento: A técnica busca verificar se a turma aprendeu o conteúdo explicado na sala de aula ou dentro de um módulo. O facilitador começa fazendo um joguinho da velha, dois membros serão escolhidos com a música e passando a bola de mão em mão nos dois grupos. Cada grupo elegerá um nome dentro do tema. Ao terminar a música, os dois membros vão ao centro e tiram par ou ímpar, o vencedor escolhe X ou O (bolinha) e inicia a brincadeira. O facilitador passa a pergunta ao grupo que perdeu. O Grupo escolhe um dos membros para falar, esta escolha é por sorteio dentro do grupo. Cada membro do grupo vem para frente e vai responder a pergunta. Se um deles não souber responder, ele pode pedir ajuda a um dos membros do seu grupo mas agora quem escolhe é o membro que vai dar a resposta é o membro opositor. Não tem sorteios. Se o grupo empatar, cada um pode arriscar pontos em um jogo da forca onde será dado uma única vez a dica da palavra. Cada um grupo pode escolher o membro e definir os pontos que arrisca. Se acertar, é o campeão. Se errar, é um risco. É claro que o tema é definido anteriormente em sala de aula mas não é dito a razão de ser lido o tema. Se ambos ainda empatarem, escolhem dois membros de cada grupo que vão fazer a dança das cadeiras somente ficará na cadeira aquele que responder a pergunta que agora será falso ou verdadeiro. Mesmo que sobre um, ele terá que arriscar pontos ou passar para outro membro então o outro grupo opositor vai escolher o membro que vai responder. Na verdade, esta dinâmica mostra que nada na vida é fácil e tudo decorre de decisões e riscos tanto dos líderes quanto da liderança e que toda decisão vai agir sobre toda a ação do grupo. É uma reflexão sobre o que fazemos individualmente mas que age sobre o grupo que vivemos e fazemos parte. A reunião de pessoas para um mesmo objetivo deve ser direcionada para uma vitória do todo. Então temos uma mensagem QUE SEJA UM! Assim é nossa missão na Terra a gente trabalha pela felicidade do Mundo porque somos parte desta humanidade. O facilitador começa a fazer perguntas para os grupos sobre os momentos em que as perguntas foram feitas e sobre as tomadas de decisão, depois coloca a mensagem que o Grupo deve trabalhar como um todo e que nesta dinâmica todos venceram porque aprenderam sobre o valor da tomada de decisões e que puderam traçar metas para atingir um objetivo. Isto é que se deve fazer em sala de aula, todos em conjunto, uns ajudando aos outros. Contribuição enviada pelo usuário: TORQUATO - Téc. Adm. - Ex-catequista - CRUZEIRO - DF
23. Dinâmica: do 1, 2, 3
Objetivo: Quebra-geloProcedimento: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que dêm uma "reboladinha". A situação fica bem divertida. Grato. Ricardo José RodriguesContribuição enviada pelo usuário: Ricardo José Rodrigues - Coordenador - São Paulo -SP
24. Dinâmica: Dinâmica do Amor
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. Procedimento: Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra.Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho - Professora- Goiânia- GO
25. Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)Procedimento: 1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara... 6. Abrir para discussões no grupo. 7. Fechamento da vivência. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 anosContribuição enviada pela usuária: Taise Helena soares da Costa - RJ - RJ
26. Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papelProcedimento: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O o facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta:1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que não é tão dificil resolvermos problemas quando estamos juntos. Ele perdirá aos participantres que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc...(as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo. Eu tratabalhei esta dinâmica com dois grupos bem diferentes, um foi um grupo de funcionários de uma empresa de óculos de Franca, e a outro de professoras do ensino infantil pré-escolar. O resultado foi maravilhoso ! Espero que gostem. Abraços. Contribuição enviada pela usuária: Carminha Braga - Franca
27. Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de outras escolas.Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.Procedimento: ORGANIZAÇÃO: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial; o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada, esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem.Contribuição enviada pelo usuário: Hudson Azevedo Pinheiro- Duque de Caxias - RJ
28. Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, canetaProcedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro.Contribuição enviada pela usuária: Maria Apasrecida Fontes Martinez - Curitiba
29. Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vidaMaterial: Pirulito para cada participante.Procedimento: Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados.Contribuição enviada pela usuária: Marta Cristina Nonato Marques- Governador valadares - MG
30. Dinâmica: "Urso de pelúcia"
Objetivo: mostrar que o outro é importante pra nossa vida Material: um urso de pelúciaProcedimento: Forme um círculo com todos e passe o urso de mão em mão, quem estiver com o urso deverá falar o que tem vontade de fazer com ele. No final que todos falarem deve-se pedir para que façam o mesmo que fizeram com o urso com a pessoa do lado.Contribuição enviada pela usuária: Renata - RJ
31. Dinâmica: "DNA/Herança Genética"
Objetivo: Descobrir os traços de personalidade herdados da famíliaMaterial: 1 Folha A4 para cada participante, Canetas hidrocor, lápis de cor ou giz de cera, Música ambiente.Procedimento: Deve ser acima de 15 participantes . Tempo: 25 min. O coordenador reflete com o grupo as características genéticas que herdamos de nossos parentes mais próximos. Às vezes um comportamento ou atitude revela uma característica do avô, do pai, da tia... Este exercício irá promover no grupo uma apresentação grupal a partir das qualidades da árvore genealógica de cada um. Entregue uma folha A4 para cada participante. Dobre-a em 4 partes e nomeie as partes com sendo A, B, C e D. Coloque música ambiente.Na parte A o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós maternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um dos avós maternos.Na parte B o participante deverá desenhar livremente como ele enxerga os avós paternos (colorindo bem o desenho) e ao lado de cada um também vai anotar uma qualidade e uma falha que percebe em cada um deles.Na parte C o participante deverá desenhar Pai e Mãe e seguir o exercício anotando a principal qualidade que nota nos pais e também a principal falha.Na parte D ele deverá desenhar um auto-retrato (como ele se vê)e observando as qualidades e falhas da família, deverá anotar que características herdou e de quem herdou. Escrever também na folha o nome e a idade.Após o término dos desenhos, o coordenador orienta o grupo a sentarem-se em trio e comentar sobre suas heranças.
Análise A análise deste jogo se dá pela valorização que damos à genética, à nossa história de vida pessoal baseada nos valores e comportamentos familiares. Da percepção que temos do espaço social chamado Família.Que personagem da família foi mais fácil desenhar?Dentre as qualidades que você herdou, qual foi mais confortável anotar? Por que?Que característica você nota em seus familiares e você ainda não possui? Deseja possuir?Que sentimentos este exercício trouxe à tona?Que herança é mais fácil herdar? Características ou valores financeiros?Contribuição enviada pela usuário: Marcos Rogério - consultor em dinâmicas de grupo e tecnologia educacional.
body>
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Tema: a vocação do crente: salvação
Texto 1pedro. 1:1-25; 2:1-10
Introdução.
O novo nascimento pelo poder de Deus é simbolizado pelo batismo e participação na vida de Jesus cristo ressurreto. Trata-se de nascimento para outra História, e vida, dando aos crentes esperança incomparavelmente superior a qualquer outro ideal humano. Assim como DEUS havia concedido a herança da terra ao povo da antiga aliança, O povo da nova aliança recebe como herança a própria vida de DEUS.
Tema: a vocação do crente: salvação
Preposição: todos que são agraciados por DEUS e conseguem crêem no projeto salvifico de DEUS tem como vocação a salvação.
I. DOUTRINA EXPOSTA. 1:1-12
1.1 SALVAÇÃO: O TEMA DO PASSADO 10-12
1.2 SALVAÇÃO: O GOZO DO PRESENTE (DESFRUTAR UZUFRUIR NO PRESENTE)6-9
1.3 SALVAÇÃO: ESPERANÇA DO FUTURO (COMPLETA E PLENA)3-5
II. O DEVER IMPOSTO AOS SALVOS 1:13-25
2.1 O DEVER PESSOAL DO SALVO 1:13-21
2.2 O DEVER RELATIVO (QUE TEM RELAÇÃO COM O DEVER PESSOAL)1:22-25
III. O DESIGNO (CAMINHO) DEMOSTRADO 2:1-10
3.1 O DESIGNO INDIVIDUAL PARA O CRESCIMENTO COMO CORPO 2:1-3
3.2 O DESIGNO COLETIVO PARA TERMOS O CRESCIMENTO COMO EDIFICÍO 2:4-10
CONCLUSÃO:
TODO CRENTE TEM UMA VOCAÇÃO, FOI CHAMADO A SALVAÇÃO, E POR ISSO TERÁ UMA DOUTRINA A SEGUIR, UMA VERDADE A OBEDECER. A ESTE FOI DADE UM DEVER PARA CUMPRIR, UM CAMINHO PARA TRILHAR. E ESTE, QUE VERDADEIRAMENTE É PARTICIPANTE DESTA SALVAÇÃO MARAVILHIOSA, OBEDECE ESTA DOUTRINA, CUMPRI ESTE DEVER E TRILHA ESTE CAMINHO.
1. A DOUTRINA É A PALAVRA.
2. O OBEDECER ESTA PALAVRA.
3. TEM O DEVER DE ACREDITAR,TER FÉ NA OBRA QUE ESTA PALAVRA ANUNCIA.
4. TRILHAR ESTE CAMINHO DE FÉ QUE CONDUZ A SANTIDADE.
Introdução.
O novo nascimento pelo poder de Deus é simbolizado pelo batismo e participação na vida de Jesus cristo ressurreto. Trata-se de nascimento para outra História, e vida, dando aos crentes esperança incomparavelmente superior a qualquer outro ideal humano. Assim como DEUS havia concedido a herança da terra ao povo da antiga aliança, O povo da nova aliança recebe como herança a própria vida de DEUS.
Tema: a vocação do crente: salvação
Preposição: todos que são agraciados por DEUS e conseguem crêem no projeto salvifico de DEUS tem como vocação a salvação.
I. DOUTRINA EXPOSTA. 1:1-12
1.1 SALVAÇÃO: O TEMA DO PASSADO 10-12
1.2 SALVAÇÃO: O GOZO DO PRESENTE (DESFRUTAR UZUFRUIR NO PRESENTE)6-9
1.3 SALVAÇÃO: ESPERANÇA DO FUTURO (COMPLETA E PLENA)3-5
II. O DEVER IMPOSTO AOS SALVOS 1:13-25
2.1 O DEVER PESSOAL DO SALVO 1:13-21
2.2 O DEVER RELATIVO (QUE TEM RELAÇÃO COM O DEVER PESSOAL)1:22-25
III. O DESIGNO (CAMINHO) DEMOSTRADO 2:1-10
3.1 O DESIGNO INDIVIDUAL PARA O CRESCIMENTO COMO CORPO 2:1-3
3.2 O DESIGNO COLETIVO PARA TERMOS O CRESCIMENTO COMO EDIFICÍO 2:4-10
CONCLUSÃO:
TODO CRENTE TEM UMA VOCAÇÃO, FOI CHAMADO A SALVAÇÃO, E POR ISSO TERÁ UMA DOUTRINA A SEGUIR, UMA VERDADE A OBEDECER. A ESTE FOI DADE UM DEVER PARA CUMPRIR, UM CAMINHO PARA TRILHAR. E ESTE, QUE VERDADEIRAMENTE É PARTICIPANTE DESTA SALVAÇÃO MARAVILHIOSA, OBEDECE ESTA DOUTRINA, CUMPRI ESTE DEVER E TRILHA ESTE CAMINHO.
1. A DOUTRINA É A PALAVRA.
2. O OBEDECER ESTA PALAVRA.
3. TEM O DEVER DE ACREDITAR,TER FÉ NA OBRA QUE ESTA PALAVRA ANUNCIA.
4. TRILHAR ESTE CAMINHO DE FÉ QUE CONDUZ A SANTIDADE.
HÁ SOLUÇÃO PARA SUA VIDA! Se vc se encontra angustiado ª, já bateu em varias portas, já tentou de tudo, mas a angustia na sua alma só aumenta, vc está clamando, por algo que possa trazer um alivio, para sua alma. VC PRECISA TER UM ENCONTRO COM JESUS SE VC QUER VIVER SUAS AVENTURAS AMOROSAS, PARAQUE PERMANECER NA IGREJA SE ENGANANDO, POIS São PRÁTICAS ABOMINAVÉL PARA A IGREJA, POIS SEXO É PARA CASADOS.
A BÍBLIA DIZ QUE AQUELES QUE PRÁTICAM SEXO FORA DO CASAMENTO ESTÃO PECANDO, E A MESMA DIZ QUE TODOS QUE PERMANECER NESTA PRÁTICA IRÃO SER CONDENADOS AO INFERNO. LEIA ROMANOS 6-23 E 3-23
A BÍBLIA DIZ QUE AQUELES QUE PRÁTICAM SEXO FORA DO CASAMENTO ESTÃO PECANDO, E A MESMA DIZ QUE TODOS QUE PERMANECER NESTA PRÁTICA IRÃO SER CONDENADOS AO INFERNO. LEIA ROMANOS 6-23 E 3-23
Marcadores:
A UMA PESSOA,
QUE SE DIZ EVANGÉLICA,
UMA RESPOSTA
sábado, 26 de julho de 2008
como a justiça de DEUS se expressa em cristo para nos livrar do pecado.
Como a justiça de Deus se expressa em Cristo para nos livrar do pecado
RM.3:19-20
INTRODUÇÃO.
ALGUÉM PODERIA SUGERIR : QUE SE PROCURARMOS CUMPRIR A LEI DE DEUS , ISSO NÃO NOS LIVRARÁ DESSE MAL? NÃO É ISSO QUE DIFERENCIA AS PESSOAS : AS QUE CUMPREMA LEI E AS QUE NEM SE IMPORTAM COM ELA?
CLARO QUE NÃO, A LEI NÃO VEIO PARA NOS SALVAR, MAS PARA DEIXAR CLARO QUE NUNCA CONSEGUIREMOS POR NÓIS MESMO NOS SALVARMOS.
NÃO TEMOS FORÇAS PARA ISSO, PARA PRODUZIR A NOSSA PRÓPRIA SALVAÇÃO.
I.TODOS NÓS NÃO TEMOS COMO AFIRMAR QUE NÃO TEMOS PECADOS OU QUE NÃO PECAREMOS, E SE DISSERMOS QUE NÃO TEMOS PECADO A LEI NOS PROVA QUE SOMOS PECADORES.
II.TODOS QUE TENTAM CUMPRIR A LEI TERÃO QUE ADMITIR CEDO UO TARDE QUE NÃO CONSEGUIRAM.
2.1 O CORAÇÃO ESTA MARCADO PELA QUEDA, A NATUREZA DO SER HUMANO FOI ATINGIDA EM CHEIO PELO PECADO.
III. A CONSTATAÇÃO DE ESSA IMPOTENCIA EM CUMPRIR A LEI PARA SE SALVAR.
3.1LEVAM-NOS A NECESSIDADE DE ENCONTRAR OUTRA FONTE OU SERMOS ENCONTRADOS POR OUTRA FONTE DE JUSTIFICAÇÃO. ISTO É OUTRA MANEIRA, QUE NÃO SEJA PELOS MEUS PRÓPRIOS MÉRITOS DE CONSEGUIR O PERDÃO DOS MEUS PECADOS, OUTRA MANEIRA DE PAGAR O QUE É DEVIDO A JUSTIÇA DIVINA.
IV. É NESTE PONTO QUE ENTRA JESUS CRISTO.
4.1CUJO SACRIFICIO É A ÚNICA PROPICIAÇÃO OU SEJA A MORTE DE EXPIATÓRIA DE CRISTO OU A MORTE DE CRISTO POR NÓS, PARA PERDÃO DO NOSSO PECADO E PARA SATISFAZER A IRA DE DEUS PELO PECADO.
CONCLUSÃO.
NISTO VEMOS O PLENO AMOR DE DEUS, NÃO QUE NÓSTENHAMOS AMADO A DEUS, MAS EM QUE ELE NOS AMOU E ENVIOU O SEU FILHOCOMOPROPICIAÇÃOPELOS NOSSOS PECADOS.
JESUS É BOM!!!
RM.3:19-20
INTRODUÇÃO.
ALGUÉM PODERIA SUGERIR : QUE SE PROCURARMOS CUMPRIR A LEI DE DEUS , ISSO NÃO NOS LIVRARÁ DESSE MAL? NÃO É ISSO QUE DIFERENCIA AS PESSOAS : AS QUE CUMPREMA LEI E AS QUE NEM SE IMPORTAM COM ELA?
CLARO QUE NÃO, A LEI NÃO VEIO PARA NOS SALVAR, MAS PARA DEIXAR CLARO QUE NUNCA CONSEGUIREMOS POR NÓIS MESMO NOS SALVARMOS.
NÃO TEMOS FORÇAS PARA ISSO, PARA PRODUZIR A NOSSA PRÓPRIA SALVAÇÃO.
I.TODOS NÓS NÃO TEMOS COMO AFIRMAR QUE NÃO TEMOS PECADOS OU QUE NÃO PECAREMOS, E SE DISSERMOS QUE NÃO TEMOS PECADO A LEI NOS PROVA QUE SOMOS PECADORES.
II.TODOS QUE TENTAM CUMPRIR A LEI TERÃO QUE ADMITIR CEDO UO TARDE QUE NÃO CONSEGUIRAM.
2.1 O CORAÇÃO ESTA MARCADO PELA QUEDA, A NATUREZA DO SER HUMANO FOI ATINGIDA EM CHEIO PELO PECADO.
III. A CONSTATAÇÃO DE ESSA IMPOTENCIA EM CUMPRIR A LEI PARA SE SALVAR.
3.1LEVAM-NOS A NECESSIDADE DE ENCONTRAR OUTRA FONTE OU SERMOS ENCONTRADOS POR OUTRA FONTE DE JUSTIFICAÇÃO. ISTO É OUTRA MANEIRA, QUE NÃO SEJA PELOS MEUS PRÓPRIOS MÉRITOS DE CONSEGUIR O PERDÃO DOS MEUS PECADOS, OUTRA MANEIRA DE PAGAR O QUE É DEVIDO A JUSTIÇA DIVINA.
IV. É NESTE PONTO QUE ENTRA JESUS CRISTO.
4.1CUJO SACRIFICIO É A ÚNICA PROPICIAÇÃO OU SEJA A MORTE DE EXPIATÓRIA DE CRISTO OU A MORTE DE CRISTO POR NÓS, PARA PERDÃO DO NOSSO PECADO E PARA SATISFAZER A IRA DE DEUS PELO PECADO.
CONCLUSÃO.
NISTO VEMOS O PLENO AMOR DE DEUS, NÃO QUE NÓSTENHAMOS AMADO A DEUS, MAS EM QUE ELE NOS AMOU E ENVIOU O SEU FILHOCOMOPROPICIAÇÃOPELOS NOSSOS PECADOS.
JESUS É BOM!!!
sem cruz não existe discípulo
Lucas 14:27
Introdução.
Neste texto, Jesus era seguido por uma grande multidão. Ao falar aos circunstantes, o senhor lhe ensinou, de maneira muito clara, incisiva e ate um tanto dura sobre a atitude que deve tomar quem deseja ser seu seguidor.
Tema.
Sem cruz não existe discípulo.
I. A Cruz para o crente é vida.
1.1 É necessário levar a cruz não como condenado, mas como liberto, redimido, salvo, um paradoxo, parece que é o contrario, mas para o crente a cruz vida.
II. A Cruz da vida cristã é símbolo de libertação.
2.1 Jesus disse quem não toma a sua cruz, e não segue á, pois mim não é digno de mim (MT. 10:37), ainda afirmou: se alguém quiser vir após mim, renuncie – se a si mesmo, tome sobre si sua cruz, e siga-me (MT. 16:24).
III. Negar a si mesmo.
3.1 anular os outros é fácil, Mas negar a si mesmo é difícil.
3.2 por isso muitas pessoas não querem saber do evangelho, preferem continuar na vida miserável angustiante do pecado.
IV. A Cruz não é fácil de carregar, mas vale apena.
4.1 Muitas vezes para o discípulo a cruz de cristo torna- se sinal de sofrimento físico, emocional e ate espiritual. Assim como JESUS sofreu e levou a cruz sem merecer, seus discípulos, às vezes passam por momentos dolorosos, sofrem calunia, mentiras e ate castigos físicos, e muitos chegam ate a morte em países hostis ao cristianismo. Mas em tudo isso este que abandonam a cruz é mais que vencedor.
V. Crentes que querem ser discípulos sem cruz.
5.1 muitos crentes, não querem nem falar em cruz; só querem saber de benção, só pensam em vida boa, prazeres, dinheiro, fama e desfrutar do que há de melhor mundo, e nada de renuncia ou cruz.
Conclusão:Cada crente tem de DEUS um caminho para seguir, e o mandamento e que durante este trajeto o crente esteja carregando a Sua cruz, pois sem cruz não existe discípulo de JESUS, não existe coroa, galardão ou glória.
Introdução.
Neste texto, Jesus era seguido por uma grande multidão. Ao falar aos circunstantes, o senhor lhe ensinou, de maneira muito clara, incisiva e ate um tanto dura sobre a atitude que deve tomar quem deseja ser seu seguidor.
Tema.
Sem cruz não existe discípulo.
I. A Cruz para o crente é vida.
1.1 É necessário levar a cruz não como condenado, mas como liberto, redimido, salvo, um paradoxo, parece que é o contrario, mas para o crente a cruz vida.
II. A Cruz da vida cristã é símbolo de libertação.
2.1 Jesus disse quem não toma a sua cruz, e não segue á, pois mim não é digno de mim (MT. 10:37), ainda afirmou: se alguém quiser vir após mim, renuncie – se a si mesmo, tome sobre si sua cruz, e siga-me (MT. 16:24).
III. Negar a si mesmo.
3.1 anular os outros é fácil, Mas negar a si mesmo é difícil.
3.2 por isso muitas pessoas não querem saber do evangelho, preferem continuar na vida miserável angustiante do pecado.
IV. A Cruz não é fácil de carregar, mas vale apena.
4.1 Muitas vezes para o discípulo a cruz de cristo torna- se sinal de sofrimento físico, emocional e ate espiritual. Assim como JESUS sofreu e levou a cruz sem merecer, seus discípulos, às vezes passam por momentos dolorosos, sofrem calunia, mentiras e ate castigos físicos, e muitos chegam ate a morte em países hostis ao cristianismo. Mas em tudo isso este que abandonam a cruz é mais que vencedor.
V. Crentes que querem ser discípulos sem cruz.
5.1 muitos crentes, não querem nem falar em cruz; só querem saber de benção, só pensam em vida boa, prazeres, dinheiro, fama e desfrutar do que há de melhor mundo, e nada de renuncia ou cruz.
Conclusão:Cada crente tem de DEUS um caminho para seguir, e o mandamento e que durante este trajeto o crente esteja carregando a Sua cruz, pois sem cruz não existe discípulo de JESUS, não existe coroa, galardão ou glória.
Assinar:
Postagens (Atom)