segunda-feira, 15 de setembro de 2008

REQUISITOS MINISTÉRIAS DO PROMOTOR.

I - INTRODUÇÃO
Mobilizador de Missões
Louvamos a Deus por sua vida e pelo ministério voluntário que você desenvolve na divulgação de Missões em nossa igreja. E com muita alegria e gratidão a Deus apresentamos a você este material com a proposta do nosso Curso de Mobilizador. Esperamos que este material preparado para o curso seja uma benção para você, e conseqüentemente para a nossa igreja.
REQUISITOS MINISTERIAS DO PROMOTOR.
O Significado do Ministério

“Quem é o mais importante? O que está sentado à mesa para comer, ou o que está servindo?” Jesus fazia estas perguntas aos discípulos quando discutiam para saber qual deles era o mais importante.
“Claro que o que está sentado à mesa”, respondeu Jesus, referindo-se ao modo como as pessoas, em geral, pensavam. “Mas”, concluiu, “entre vocês eu sou como aquele que serve” (Lc 22:27).
Os discípulos não conseguiam entendê-lo. Sabiam que Jesus era seu mestre e eles os discípulos, mas agora ele os servia. A palavra grega traduzida aqui por “servir”, é o verbo diakoneo. Diakonos quer dizer servo. O substantivo diakonia, da mesma raiz, às vezes traduzido por “serviço”, é o termo empregado no Novo Testamento para “ministério”. A fé cristã é a única tradição religiosa existente no mundo que considera seus oficiais eclesiásticos como “servos”, ou “ministros”.
Por que procedem os cristãos assim? Porque acreditamos que Jesus agiu dessa maneira para nos deixar um exemplo a ser seguido. Na passagem mencionada Jesus disse aos discípulos, “os reis deste mundo têm poder sobre o povo... Mas entre vocês não pode ser assim. Ao contrário, o mais importante deve ser como menos importante; e o que manda, como o que é mandado” (Lc 22:25-26).
Na passagem paralela do Quarto Evangelho, Jesus diz aos discípulos, “Vocês me chamam Mestre e Senhor, e têm razão, porque eu sou. Sou o Senhor e o Mestre, e lavei os pés de vocês. Por isso vocês devem lavar os pés uns dos outros; porque dei exemplo, para que façam o que eu fiz” (Jo 13:13-16).
Os cristãos chamam seus líderes de “ministros” porque o próprio Jesus tomou sobre si o papel de servo e mandou os discípulos fazerem o mesmo. O mandamento de Jesus, entretanto, não se aplica apenas aos líderes da igreja cristã, mas a todos os cristãos. Todos os membros da igreja são chamados ao ministério.
De quem somos ministros, ou servos? Somos ministros de Cristo, da mesma maneira como os ministros de Estado são separados para servir ao seu país. Somos também ministros ou servos uns dos outros bem como de todos os que encontramos em nosso caminho.
Paulo pergunta aos coríntios, “Afinal de contas, quem é Apolo? E quem é Paulo? Somos somente servidores de Deus... Cada uma de nós faz o trabalho que o Senhor deu para fazer” (I Co 3:5). “Vocês nos devem tratar”, acrescenta “como servidor de Cristo” (I Co 4:1). Numa outra ocasião Paulo afirmou, “Pois não anunciamos a nós mesmos; anunciamos Jesus Cristo como o Senhor, e a nós como servidores de vocês, por causa de Jesus” (II Co 4:5).
Os cristãos, então, consideram-se servos de três maneiras distintas. Somos servos (1) de Deus, (2) dos nossos irmãos cristãos e (3) do mundo, isto é, de todos os seres humanos. Em todas essas situações somos chamados a seguir o exemplo do nosso Senhor Jesus que “sempre teve a mesma natureza de Deus”, mas não insistiu em ser igual a Deus... Abandonou tudo o que podia, e tomou a natureza de servo. “Ele se rebaixou, andando nos caminhos da obediência até a morte” (Fp 2:6-8). Ele mos ensinou que “Quem se esforçar para conservar sua vida, vai perdê-la”, e quem perder sua vida por causa dele, “vai achá-la” (Mt 10:39).


O Significado dos Ministérios

Quando então falamos a respeito do ministério referimo-nos a uma atividade a que todos os cristãos são chamados. Todo povo de Deus deve se preparar, segundo o autor da Epístola aos efésios, “para o serviço cristão, a fim de construir o corpo de Cristo” (Ef 4:12). Mas, no interior desse corpo de cristo, que é a igreja, cada pessoa recebe um serviço diferente para fazer, de tal maneira que todo o povo de Deus se prepara para o serviço cristão no mundo.
Ao chamar seu povo dessa maneira, Deus quer que a igreja cresça e se desenvolva “por meio do amor” (Ef 4:16). “Seu plano é unir no tempo certo, debaixo da autoridade de Cristo, tudo o que há no céu e na terra” (Ef 1:10). Deus escolheu agir, de certo modo, milagrosamente, por meio da instrumentalidade da igreja, descrita na Epístola aos efésios, como “corpo de Cristo”, “a totalidade dele mesmo, que completa todas as coisas em todos os lugares” (Ef 1:23).
A igreja tem uma tarefa tremendamente difícil para realizar. Na Carta aos Efésios lemos que “todos”, até mesmo “as autoridades e os poderes angélicos do mundo celestial” conhecerão a soberania de Deus “em todas as suas formas”, “por meio da Igreja” (Ef 3:9-10). De que maneira a igreja realizará este ministério se não for “edificada”? Como se preparará para essa missão sem o auxílio de deus? Deus, no entanto, já a preparou, lemos no Novo Testamento, concedendo-lhe “dons”. Lemos em Efésios que “escolheu alguns para serem apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e ainda outros para pastores e mestres... a fim de construir o corpo de Cristo” (Ef 4:11-12).
É por isso que precisamos estabelecer distinções entre “ministérios” e “o ministério”. No âmbito do ministério total da igreja há ministérios especiais que se modificam com o passar do tempo. A lista encontrada em Efésios não pretende ser completa (cf. Rm 12:4-8; I Co 12:4-11; e as Cartas Pastorais, onde se encontram outras listas de ministérios reconhecidos no Novo Testamento). São ministérios especiais e específicos os de “apóstolo”, de “profeta” e de “evangelista”, entre outros.
“O ministério dos ‘pastores e mestres”, é provavelmente o da maioria dos leitores deste livro. É o ministério dos que se ordenam e vão trabalhar numa instituição eclesiástica. Este, como todos os outros, é um ministério no serviço de Deus, e no serviço de Deus, e no serviço da igreja, corpo de Cristo. É um ministério chamado por Deus por causa de sua igreja, “para preparar o povo de Deus para o serviço cristão, a fim de construir o corpo de Cristo” (Ef 4:13).


MISSIOLOGIA.
Teologia.
Uma simples definição do que é Teologia pode nos ajudar a entender a Missiologia. Como as igrejas são supostamente, comprometidas com a Teologia, penso valer à pena definir esse termo e sua relação com missões. Teologia vem de “Theo”, termo grego para “Deus”; e “logia” do grego que significa estudo, teoria ou ciência. Portanto, como muitos já sabem, Teologia é o “estudo de Deus”. A definição apresentada pelo dicionário inglês “Webster’s”, é “o estudo de Deus e sua relação com o mundo”. Eu equalizei a expressão “relação com o mundo”, por uma razão que você entenderá um pouco mais tarde.
Quanto à forma de recepção, a Teologia pode ser passiva ou ativa. A primeira é o conhecimento natural de Deus através da voz do Criador, da natureza ou de um pregador, sem que o receptor esteja atuando diretamente uma busca desse conhecimento; a segunda acontece quando alguém está voluntariamente procurando o conhecimento de Deus através do estudo da Bíblia, natureza e outros recursos. Eu penso que a primeira “Teologia” na Bíblia foi passiva. Deus veio ao homem que Ele criou e falou a ele. Até onde entendemos pela Bíblia, o homem não estava procurando por aquele conhecimento ou encontro. Vejamos o que diz o texto de Gênesis:
“E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus”, Gên. 1:28.
A expressão em negrito “e lhes disse”, marca o início da comunicação entre deus e sua principal criação, o homem, considerando o bíblico. Temos então aqui, o início da Teologia propriamente dita. O homem começou a conhecer a Deus. A Teologia aconteceu porque houve comunicação entre o criador e sua criatura. Através dela o homem conseguiu conhecimento do seu feitor e de seus planos. Comunicação, portanto, é essencial para uma Teologia efetiva.

Qual é o propósito da Teologia?
Qual é o objetivo da existência da Bíblia Sagrada como um livro santo e eterno? Deus revelou-se através de palavras e ordenou que estas fossem registradas e expostas a todo ser humano. O propósito de Deus era prover um canal permanente de comunicação com o homem por gerações. Com o passar dos anos o homem criou e incrementou-se no conhecimento do Deus revelado. Consideremos duas sentenças na Bíblia:
“Buscai no livro do Senhor e lede”, Isaías 34:16a
“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor”. Oséias 6:3

Os dois textos são um chamado ao conhecimento do Senhor. Eles pedem ao homem uma Teologia Ativa; que o homem tenha iniciativa e desejo de conhecer ao Senhor. O criador deseja que sua criatura o conheça, então ele preparou um meio para isso, a Teologia. Teologia não é uma aventura humana científica de procurar descobrir os mistérios e segredos do Altíssimo. O significado da Teologia brota no mais alto atributo de Deus, o amor. O Criador cheio de amor fez e promove a Teologia como um chamado a sua criatura perdida e condenada para uma regeneração e um relacionamento de amor eterno. A mente humana é receptora de uma gama de mensagens que chegam desde cedo por diferentes canais. A começar pelos pais, amigos, mídia etc. A assimilação e processamento dessas idéias vão definir a formação e o futuro do jovem. A Teologia é o canal de comunicação das “idéias” e planos de Deus. Ela traz revelação e conhecimento que pode resultar em salvação, adoração e submissão; ou recusa rebelião e destruição. Entre outras coisas no texto de João 5:39-43, Jesus disse:

“Examinais as escrituras porque julgais ter nelas a vida eterna”
“Contudo não quereis vir a mim para terdes vida”
“Eu vim em nome do Pai e não me recebeis”

O primeiro texto mostra o motivo pelo qual os ouvintes de Jesus estavam “fazendo Teologia”, busca da vida eterna. Os dois outros mostram a reação deles para com o autor da vida. A recusa trouxe realmente rebelião e destruição como fica claro na história de Israel. Por outro lado a história da igreja traz um povo salvo que tem levado a teologia através das fronteiras culturais, estendendo o Reino de Deus pelo mundo. Então, está claro que o propósito da Teologia é tornar possível para a criatura conhecer seu Criador e ter a oportunidade de ter o seu “escrito de dívida” cancelando e “cravado na cruz”, confira Col. 2:14. No desenvolvimento da Teologia através da Bíblia, temos várias entrevistas entre Deus e o homem. Algumas em resumo são:

· Comunicação do domínio do homem sobre as demais criaturas, e do seu dever de multiplicar-se e povoar a terra, Gên. 1:28.

· Comunicação das regras de sobrevivência no Jardim do Éden, Gên. 2:16-17.

· Comunicação do castigo e expulsão do Éden. A comunicação direta com Deus é interrompida pelo pecado de desobediência, Gên. 3:14-19.

· Comunicação da bênção da redenção para todas as nações através de um servo escolhido, Abraão, Gên. 12:3.

· Comunicação da Lei como “sombra dos bens vindouros” (confira Heb. 10:0), preparando a vinda do próprio Deus a Terra para restaurá-la. Ex 20.

· Comunicação pessoal da salvação através da encarnação do próprio Deus, Mat. 1:21.

· Comunicação da ordem para que a criatura salva, seja o canal de comunicação teológica entre o Salvador e a criatura perdida em todas as nações, povos, tribos e línguas, Mat. 28:19.

· Comunicação da vitória final: Ele disse: “Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Início e o Fim. A quem tem sede eu darei de graça da fonte da água da vida. Quem vencer herdará tudo isso e Eu serei seu Deus e ele será meu filho”. “Tudo está feito”, e a comemoração será eterna, Ap. 21:6-7.

A Teologia é proveitosa, real e efetiva, quando o homem perdido é achado e trazido a um relacionamento prazeroso com seu Criador. Agora a definição de Teologia apresenta pelo dicionário Webster ganha significado: “o estudo sobre Deus e seu relacionamento com o mundo”. Teologia não é um estudo acadêmico acessível somente ao alto clérigo; é acessível a todos os homens, grande e pequeno, culto e simples. A Teologia não é só o estudo de Deus, pois sem o relacionamento com o mundo ela perde seu propósito e significado. Ela é viva, real e automotiva; não é estanque, parada e inerte. É viva como um ribeiro em declive, que corre montanha abaixo. Ela corre como o avanço tecnológico das comunicações, que fez o mundo “virarem um bairro” com o milagre da internet. Como tal, a Teologia corre, levando conhecimento e estabelecendo relacionamentos com Deus. Sem isso, ela é como um engenheiro formado que não consegue emprego, o qual não pode fazer uso de todo o conhecimento adquirido e nem pode colher os frutos de anos de aplicação e trabalho.


Relação entre a Teologia e a Missiologia.

Como resultado da teologia temos o relacionamento e a comunicação continuada entre o homem e Deus. Foi aí que surgiu a Missiologia, pois Deus deu uma tarefa ao homem para continuar o processo de despertamento teológico do mundo perdido. A Missiologia é o meio pelo qual a Teologia alcança seu objetivo. Podemos afirmar que a Missiologia é um produto da Teologia, e que uma sem a outra, perde o significado. Somente as duas juntas são capazes de levar avante o plano da salvação. Sabemos que a vinda de Jesus foi uma ação missiológica de Deus. Agora, a questão é: O que é, na prática, a Missiologia? Qual é o seu propósito?
A palavra “Missiologia” vem de duas outras: do latim “missione” que significa função ou poder conferido a alguém para um propósito especial em outra nação, terra, território, grupo ou domínio; e “logia”, do grego “logos” que significa estudo, doutrina, teoria ou ciência. Simplesmente definida, Missiologia é o estudo da missão dada por Jesus a sua igreja. Uma definição mais acurada pode ser: ciência que estuda os vários aspectos da missão conferida por Deus aos crentes, cujo propósito principal é tornar possível a cada indivíduo da Terra, a oportunidade de ouvir as boas novas do evangelho em sua própria língua, restaurando então, o relacionamento corrompido entre eles e o Criador. Portanto, podemos afirmar que Teologia sem Missiologia não tem sentido, já que o alvo final da verdadeira Teologia é justamente o propósito único da Missiologia. Equivale dizer que Missiologia torna efetiva a Teologia e que esta atrai aquela. É importante lembrar, que não me refiro a Missiologia como curso somente ou qualquer curso acadêmico, embora isto esteja incluso. Missiologia é um termo ativo que envolve conhecimento e prática. Aprendendo e indo, “estudando o mapa e procurando o tesouro”; tarefa para formados e leigos.
Escolas teológicas não deveriam ser outra coisa senão escolas missiológica. Sabemos de muitas escolas bíblicas cujo currículo não inclui Missiologia. Tais escolas estão produzindo líderes e pastores com coragem suficiente para dizer: “Deus não me chamou para Missões”, ou ainda, “eu não tenho culpa por não ter recebido visão missionária”; ou então “meu negócio é primeiro em Jerusalém”. Teologicamente isso é um absurdo. Vale repetir que, uma Teologia sincera, move-nos, sem dúvida para a Missiologia prática, como um meio efetivo de alcançar o alvo final da própria Teologia, a saber, o homem redimido levando ao homem perdido as boas novas de que Deus enviou seu único Filho para salvá-lo da destruição eterna. Alguns líderes e pastores até dizem que na “sua teologia”, Deus os chamou somente para uma “missão local”. Infelizmente, eles têm somente um “salvador local” e por conseqüência “uma missão local”. Porém, Jesus Cristo é o Salvador do mundo e sua igreja trabalha em missões mundiais.

“Escolas Teológicas não deveriam ser outra senão Escolas missiológica”

Igrejas e escolas sem Missões: Carros sem rodas.

Um carro lindo, pintura metálica, motor 2.0, 16V, espaçoso, porém sem rodas. Você pode imaginar onde é que esse carro vai chegar? É claro que ele não vai a lugar algum. Aliás, ele nem mesmo pode mover-se um milímetro. Ele não é um automóvel. Ele é um imóvel. Não tem poder de auto-locomoção. Pode até fazer barulho, mexer-se, roncar, balançar e ter passageiros dentro de si, mas nunca sairá do lugar, a menos que alguém coloque rodas nele. Assim são as igrejas e as escolas teológicas sem missões, carros sem rodas. Podem ter motor, tanque de combustível e assentos para os passageiros, mas só serviriam para treinos simulados. Poderemos fazer uma analogia do carro com uma igreja que crê na Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Jesus, o Filho, é o corpo do carro, a condução. É nele que vamos ao céu. Temos de estar nele. O motor é o Pai, a fonte de toda força. O Espírito Santo é o óleo, ou o combustível. Os três são essenciais, vivos, ativos, dinâmicos e formam um único ser. Formam um conjunto cujo objetivo tem sido criar e mover coisas maravilhosas como a terra, homens, animais, o Universo.
Uma igreja cheia de Teologia, mas sem missões, é um carro sem rodas. Tem Teologia, conhecimento, conhece as letras, mas não anda. Outras vidas de lugares distantes jamais verão a beleza deste carro. Sua tendência é a ferrugem. O combustível acaba o motor trava e a lataria se deteriora. Esse é o destino espiritual de uma igreja que não faz missões, perde a vida e a graça; seu destino é o ferro velho espiritual.

A QUE É MOBILIZAÇÃO MISSIONÁRIA?

Mobilizar e despertar cada membro da igreja para obedecer ao chamado de Deus, é levar o crente a cumprir seu ministério seja ele o de ir para os CAMPOS, o de ORAR para que avance a obra de salvação sobre a terra, ou de SUSTENTENTAR aqueles que vão e aqueles que ORAM.
Tem que ficar BEM claro, que os que ficam não foram LIBERADOS do trabalho, só foram remanejados para outra função, não estão de folga, pelo contrário, estão de SERVIÇO por tempo determinado, até a volta de Jesus.
Muitas vezes a visão que a igreja tem, é que, os que não foram, estão liberados para fazer da sua vida o que bem ENTENDE. Não! Deus também é Senhor dos que ficam, e a estes Deus deu o ministério de enviar: orar (buscar a vontade de Deus, clamar para que seja estabelecido o reino do Messias sobre toda a terra.), investir (Entender que uma alma vale mais que o mundo realmente, dividir compartilhar, adorar a Deus através da oferta de amor).
Os que foram chamados para IREM têm que Compreenderem que o lugar mais prazeroso e seguro para se estar, é onde Deus ordenou que estivesse. Devemos Confiar que Deus não precisa de circunstâncias, lugar ou qualquer outra coisa para nos fazer felizes, pois ele é Senhor de toda TERRA.

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DESAFIO MISSIONÁRIO

Aqui você confere os principais desafios missionários deste século. São povos e nações que estão precisando urgentemente ouvir as Boas-novas do Evangelho. Abaixo estão as principais regiões que representam os grandes desafios missionários.
Janela 10/40
A Janela 10/40 é uma faixa de terra que vai do oeste da África até a Ásia. Subindo, a partir da Linha do Equador, fica entre os graus 10 e 40, formando um retângulo.
Na região vive o maior número de povos não-evangelizados da terra, cerca de 3,2 bilhões de pessoas em 62 países. É ali que estão algumas megalópoles de hoje, ou seja, cidades com uma grande concentração urbana como Tóquio (Japão), Calcutá (Índia), Bagdá (Iraque), Bancoc (Tailândia) entre outras. De cada 10 pobres da Terra, oito estão nessa região, e somente 8% dos missionários trabalham entre eles. É nessa faixa que se concentram os adeptos das três maiores religiões não-cristãs do mundo: islamismo, hinduísmo e budismo.
Na maioria dos países dessa região há falta de receptividade aos cristãos e, em especial, aos missionários que ali atuam. A liberdade religiosa, quando existe, é frágil. Há necessidade de missionários, líderes, pastores e escolas de treinamento para os poucos cristãos existentes. Os crentes precisam ser despertados para uma vida de compromisso com Deus. Há poucos obreiros atuando nos países devido à política de restrições quanto à entrada de missionários. A necessidade de tradução da Bíblia é grande. Os crentes sofrem perseguição e correm risco de vida. A saúde e proteção dos missionários é uma necessidade constante na região chamada de Janela 10/40.
Chifre da África
A região denominada Chifre da África, assim batizada por ter semelhança com um chifre de rinoceronte, inclui os territórios da Etiópia, Sudão, Somália, Djibuti e Eritréia, na parte nordeste do continente e está inserida na faixa da Janela 10/40. A história da região, denominada na Bíblia de Cuxe, foi caracterizada por um domínio etíope e lutas entre muçulmanos e pastores e líderes cristãos pelo controle das terras férteis e áreas vitais. No século XX as lutas deixaram a sobrevivência de lado e tomaram características socialistas.
O Chifre da África tem sido negligenciado pelo mundo cristão há décadas. O evangelismo na região, assim como no restante da Janela 10/40, avança lentamente e com muitas dificuldades. Mas a situação tende a mudar. As igrejas e agências missionárias estão focalizando suas orações e recursos para esta árida região. Mesmo diante das dificuldades sociais (pobreza e guerras civis) e religiosas (fundamentalismo islâmico), muitos missionários prepararam a terra para que outros pudessem ir à região e conquistar esses povos para Jesus.
Península Arábica
A Península Arábica, situada no coração da Janela 10/40, compreende os países islâmicos da Arábia Saudita, Catar, Kuweit, Barein, Emirados Árabes Unidos, Omã e Iêmen, e é a região do planeta mais resistente ao Evangelho de Jesus Cristo. Nesta faixa é possível notar grandes contrastes, como inúmeras reservas riquíssimas de petróleo situadas sobre grandes desertos inabitáveis; construções modernas em contraste com a arquitetura antiga; poucos extremamente ricos e muitos extremamente pobres; estilo de vida consumista nas grandes e modernas capitais e tribos nômades que sobrevivem graças a costumes milenares; entre outros. A península é considerada o "coração" do islamismo. Afinal, as duas cidades consideradas sagradas para os muçulmanos, Meca e Medina, estão nesta região.
A Península Arábica foi considerada por muitos como sendo impenetrável para o Evangelho, mas, atualmente, Deus está se movendo na região, revelando-se a pessoas através de sonhos ou através de trabalhos missionários de agências cristãs de todo o mundo.
Janela Turquia
A Janela Turquia, a Rota da Seda ou a Janela 35-45 (por estar localizada acima da linha do equador, entre os graus 35 e 45), é uma faixa de terra que vai desde as antigas Iugoslávia - atuais Sérvia e Montenegro - passando pela Turquia e chegando à Ásia em países da antiga União Soviética, como Uzbequistão e Turcomenistão, e ao extremo oeste da China, na região conhecida como Urumchi. São cerca de 25 países inseridos na Janela Turquia, que recebe este nome devido ao grande número de povos com raízes étnicas turco-otomanas e que possuem o turco e suas derivações como idiomas falados (tais como: azeris, gagaúzes, tártaros, turcomanos, cazaques e quirguizes).
A região engloba inúmeros países de confissão islâmica ou cristão-ortodoxa, o que dificulta a entrada e o trabalho de missionários ali. Ela ficou conhecida como Rota da Seda por ter sido um grande canal de comunicação e comércio entre a Europa e a Ásia, com mais de 10.000 quilômetros de estradas e caminhos. Nessa região estão alguns dos montes mais altos do mundo, os desertos mais desolados e infindáveis planaltos, sendo explorada à exaustão por nomes como Genghis Khan, Tamerlane e Alexandre - o Grande.
A parte européia da janela conviveu durante anos com as guerras separatistas ou processos de separação de repúblicas independentes (como as da Iugoslávia e União Soviética) e com a chamada Guerra Fria (divisão da Terra em Socialismo Soviético e Capitalismo Americano), além de um processo de evangelização islâmica muito intensa, principalmente no período do Império Turco-Otomano.
Antes da formação desse bloco imperial, a região era um grande referencial cristão na Ásia e na entrada da Europa, especialmente no noroeste do continente com a Macedônia, Grécia, Turquia e Albânia. Já o trecho asiático foi afetado pela dissolução da União Soviética e pela pobreza que muitos desses países passaram a viver em decorrência da separação.
Hoje, a Janela Turquica é um dos grandes desafios missionários. A região está aberta ao trabalho missionário, exceção a alguns países de confissão islâmica que ainda dificultam a evangelização. Entretanto, muitos outros estão recebendo obreiros comprometidos e que têm dado testemunho do amor de Jesus por essas vidas. Muitos turcos, a partir desses contatos, têm se rendido ao Senhorio de Jesus Cristo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Eu quero ir mas não tenho dinheiro.

Ninguém se sinta constrangido para dizer SIM ou para dizer NÃO, mas ore nos dois casos seja qual foi sua opção quero ter agradecer, que DEUS te abençoe ricamente, que Ele faça resplandecer sobre ti o SEU rosto e ti der a PAZ!


EU QUERO IR A 24ªCONFERÊNCIA FIEL, PARA PASTORES E LIDERES 6 a 10 OUTUBRO. EM SP. Meu nome é Edivaldo Sou missionário e membro da primeira igreja batista de trindade trabalhei por três anos na comunidade fazenda dos mineiros, uma comunidade muito pobre de São Gonçalo, fica situada no lixão de São Gonçalo, onde uma grande parte da população vive do lixo que é despejado nesta comunidade, pois todo o lixo de São Gonçalo vai para lá. Vivo do ministério (sou integral) é á tempo quero ir a está conferência, mas devido algumas dificuldades financeiras até agora não pude, Eu estava pensando é veio está idéia ao meu coração, então criei esta comunidade, CREIO QUE FOI DEUS!Se tivesse este dinheiro disponível eu mesmo pagaria, MAS INFELISMENTE NÃO tenho disponível esta quantia. MAS SE VC QUIZER ME ABENÇOAR, SE DEUS TOCOU NO SEU CORAÇÃO, PARA OFERTAR (ENVESTIR NO MEU MINISTÉRIO). OBRIGADO MAS SE NÃO PUDER; DESCONSIDERE ESTA MENSAGEM (Bradesco. ag. 0309-3 c/c 0134209-6 Edivaldo. se quiser conferir sobre conferência www.editorafiel.com.br (edi_resposta@hotmail.com se quiser saber mais, ou me perguntar alguma coisa fique à-vontade. use este e-mail) www.5cbm.com. glória ah DEUS!!!!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

JESUS , O PENHOR DA SALVAÇÃO.

DEVOCIONAL: HEBREUS CAPÍTULO 7
JESUS, O PENHOR DA SALVAÇÃO
O sacerdócio de Cristo é eterno e superior a qualquer outro já existente, por isso no verso 22 diz que é fiador, a garantia, Jesus foi o que financiou a salvação do perdido e deu como garantia sua vida, vivida sem pecado, morte de cruz e ressurreição.Jesus é a minha segurança, a certeza que através dele posso crer no amanhã. Posso ter certeza que em Cristo não serei rejeitado por Deus.
O verso 23 diz que os outros sacerdotes foram impedidos de continuar, pois foram vencidos pela morte, mas Cristo permanece eternamente como sacerdote e oferta perfeita, porque ele venceu a morte (v. 24), aleluia!
Por isso, afirma o verso 25, que ele pode perfeitamente salvar aqueles que por ele se chega a Deus, pois ele vive eternamente na presença de Deus como garantia que o preço foi pago.
O verso 26 diz como ele deveria ser, mas o que é maravilhoso, e que Ele superou todas as exigências e expectativa ao seu respeito.
Tudo que depende do homem (sacerdotes descendentes de Levi) está suscetível ao fracasso, pois o homem esta constantemente falhando nas suas tentativas de agradar a Deus através das suas forças ou ofertas de sacrifícios (nunca conseguirá v.28), mas a base sobre qual Deus aceita o sacerdote, e a oferta, e a promessa dEle, pois Ele prometeu que viria um que esmagaria a cabeça da serpente (diabo), e Ele constituiu o próprio Filho perfeito, para esta tarefa (v.8), Glória à Deus, o Filho Jesus cumpriu cabalmente a tarefa dada pelo Pai (Deus).
Amém!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

conflitos conjugais.

ALGUNS ITENS PARA RESOLVER CONFLITOS CONJUGAISResolvendo os conflitos conjugais. CONSTRUINDO UM CASAMENTO COM AMOR“Longe de vós toda amargura, e cólera, e ira... Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou ” (Ef 4.31-32).No casamento, mesmo havendo boa comunicação, haverá sempre algum desentendi-mento. As pessoas são diferentes, têm opiniões próprias sobre muitas coisas. Além disso, quando se casam, logo descobrem que os respectivos cônjuges não possuem todas aquelas qualidades que idealizaram e visualizaram no amado ou na amada antes do casamento. Então, tentam “mudar” o cônjuge. Aí começam os conflitos! Principalmente porque o “método de ensino” geralmente adotado inclui queixa, crítica, ironia, sarcasmo, sermões e até choradeira... A maioria atribui seus conflitos às circunstâncias adversas: o trabalho não é bom, o salário é insuficiente, o apartamento é pequeno, o vizinho é barulhento, as crianças dão muito trabalho... Entretanto, o verdadeiro problema é o ego. As pessoas são naturalmente egoístas; buscam o próprio interesse; exigem liberdade irrestrita; e ainda contam com a aprovação incondicional do outro. Os jovens, às vezes, têm pressa de se casar... para escapar à situação infeliz do seu lar. Todavia, o problema real nem sempre é o relacionamento difícil dos pais. É o próprio ego pecaminoso. Esse ego os acompanha quando deixam pai e mãe e formam um novo lar... E os problemas dos pais se perpetuam nos filhos. O novo lar tem as mesmas discussões e brigas. Às vezes, esses conflitos são tão freqüentes e aborrecidos, que marido e mulher acabam pensando que eles são incompatíveis. Mais provavelmente não é isso. Os dois só precisam submeter o ego, os respectivos desejos, tendências e defeitos ao Senhorio de Cristo. Se Jesus estiver mesmo no coração de cada um e no centro do casamento, os cônjuges poderão viver em harmonia. Uma boa discussão! “Todo casal tem suas brigas!” É verdade, lamentavelmente. Suponha, porém, que um casal cristão queira evitar discussões e brigas freqüentes. O que podem fazer? Antes de tudo, precisam entender que uma discussão não tem que terminar com agressões e briga. Pode e deve ser uma boa discussão. Se servir para ampliar os canais de comunicação, expor e sarar as feridas da alma... Um e outro terão que admitir e corrigir equívocos e faltas. Na verdade, os casados precisam de uma boa discussão, de vez em quando. Mas há regras que precisam ser obedecidas. 1. O propósito é entender melhor o que o outro pensa. O objetivo da discussão não é determinar um vencedor e um perdedor. Também não é mudar o cônjuge. É entender melhor o que ele pensa a respeito do assunto em questão. Assim sendo, pode ser estratégico um dizer para o outro, a certa altura da discussão: “Diga-me se eu entendi bem. Você acha que...” Se, com a discussão, marido e mulher se entenderem melhor, então terá valido a pena.2. Controlar as emoções, com a ajuda de Deus. Quando emocionados, costumamos dizer coisas que não queremos dizer, coisas que ferem o outro. Mas o fruto do Espírito é... domínio próprio.. Não é preciso excluir toda emoção. Mas este sentimento têm que ser controlado pelo Espírito. Se a discussão esquentar, é melhor que um dos cônjuges diga, delicadamente: “Que tal pararmos por aqui, e orarmos sobre este assunto hoje e amanhã? Conversaremos mais depois.” Isto evita brigas, mágoas e... separações. 3. Atacar o problema em si, não as pessoas e seus motivos. Numa discussão, é fácil criticar, acusar, julgar e condenar o oponente e seus motivos. Às vezes, agimos como se pudéssemos ler as mentes e discernir os motivos das pessoas. Ver Mt 7.1-2 e Rm 2.1.4. Lembrar que alguns ataques resultam de incidentes que nada têm a ver. Geralmente, os casados descarregam sobre o cônjuge as irritações e aborrecimentos gerados por circunstâncias adversas ou atitudes erradas de outras pessoas. O cônjuge é o alvo mais próximo... Haja paciência, compreensão, sabedoria! É melhor deixar o outro desabafar, e, então, encorajá-lo ou confortá-lo com uma boa palavra. Não entre nessa briga!5. Aprender como e quando encerrar uma discussão. Algumas discussões e brigas nunca terminam; continuam por anos. Alguns cônjuges brigam por certas coisas a vida toda. Algumas questões são abandonadas sem solução. Um dos cônjuges, cansado, diz: “Deixa pra lá...!”. Mas o ressentimento permanece. A questão não foi resolvida. Se não é bom discutir a vida toda a mesma questão, também não é bom deixar o problema sem solução. Uma, duas ou três conversas, com oração, humildade e boa disposição podem ser suficientes. Como resolver o conflito. Cartas na mesa. Marido e mulher disseram o que precisavam dizer um ao outro, e entenderam melhor um ao outro. Que fazer, então? Como resolver o conflito?Três sugestões preciosas, todas baseadas no ensino geral das Escrituras. 1. Atentar para as próprias faltas e áreas que precisam ser melhoradas. Marido e mulher, quando discutem, tendem a ficar amuados um com o outro, revivendo velhas ofensas e injustiças. É melhor cada um reconhecer sua parcela de culpa, por menor que seja. A culpa nunca é de um só. Provavelmente um e outro negligenciaram aspectos importantes do relacionamento conjugal, foram frios e desatentos um com o outro, disseram alguma coisa indevida, foram exigentes, pouco prestativos... É tão fácil culpar o outro e se justificar! Leia MATEUS 7.3-5. Numa crise conjugal, costumamos pensar que as coisas só serão resolvidas quando o nosso cônjuge mudar seu modo de ser. Raramente pensamos que nós também precisamos mudar. Porém, Deus não pede que mudemos nosso cônjuge; ele espera que façamos o melhor por nosso cônjuge. Se melhorarmos, nosso cônjuge também melhorará. 2. Perdoar completamente as faltas do cônjuge. Perdoar é sempre difícil, principalmente quando o outro não se arrepende e não pede desculpas. Mas veja as coisas deste modo. Se reconhecemos realmente nossa parte de culpa, temos que admitir que a falta do outro, pelo menos em parte, resultou da maneira como o tratamos. Não temos outra opção senão perdoar, mesmo quando o cônjuge não admite os próprios erros. Além disso, se o perdoamos, mais facilmente lhe pediremos perdão por nossa parte de culpa.Certa vez, Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete?” (Mateus 18.21-22). (Não significa 490 vezes, mas, sim, que não há limite para o perdão!). E não consta que o ofensor de Pedro lhe tenha pedido perdão sequer uma vez! “Mas a mágoa é muito grande. Eu não posso perdoar”. Este é um comentário interessante. Veja o que Cristo disse em Mateus 6.14-15. À primeira vista, esta passagem parece ensinar-nos que nós só seremos perdoados se perdoarmos aos outros as suas ofensas contra nós. Ou seja: o perdão dos nossos próprios pecados depende da nossa disposição para perdoar aos que nos ofendem. Entretanto, isto contradiz o ensino de Cristo e dos apóstolos noutras passagens, ou seja, que o perdão dos nossos pecados é uma graça de Deus em Cristo; está disponível para todos; qualquer um pode apropriar-se dessa graça; basta confessar (admitir) seus pecados e crer no perdão (Salmos 32. 5; I João 1.9). Assim sendo, entendemos que o que esta passagem ensina é o seguinte: Se uma pessoa recusa-se sistematicamente a perdoar os outros, isto somente indica que ela nunca se arrependeu sinceramente dos próprios pecados, nunca os confessou de verdade, razão porque não foi perdoada, não tem experiência do perdão e não sabe perdoar. João escreveu: “Deus é amor... Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (I João 4.8,19). Isto aplica-se ao perdão: “Deus é perdoador... Nós perdoamos porque ele nos perdoou primeiro”. Foi isto mesmo que Paulo disse aos efésios: “Longe de vós, toda amargura... Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como Deus, em Cristo, vos perdoou. Sede imitadores de Deus...” (Efésios 4.31-5.1). O cônjuge que admite os próprios pecados e crê que Deus o perdoou, perdoa o outro, incondicionalmente. Somente então estará pronto para o próximo passo... 3. Pedir desculpas ao cônjuge por nossa parte na culpa. Não adianta pedirmos desculpas da boca para fora, só para encerrar a discussão ou melhorar o clima... Só vai dar certo se o fizermos com sinceridade, reconhecendo nossa parte na culpa e perdoando, de antemão, o nosso cônjuge, por sua parte. Também não ajuda nada dizer: “Eu errei, mas você também...” ou “Eu lamento o que eu fiz, mas você pediu isso...” Um pedido de desculpas verdadeiro não inclui atenuantes nem acusações. É preciso dizer claramente e com absoluta sinceridade: “Querido(a), me desculpe por...” (segue uma lista das coisas específicas que dissemos ou fizemos e que contribuíram para o conflito) – e ponto final! Nada de “mas...” Estas simples palavras “Querido(a), me desculpe. Eu errei!”, ditas com sinceridade são as mais doces que um cônjuge pode dizer ao outro, e podem salvar o casamento. Veja Tiago 5.16 (O texto refere-se à cura física, mas aplica-se às relações conjugais). Por que é tão difícil pedir desculpas? (a) Alguns homens acham que pedir desculpas é um sinal de fraqueza. Não é. Na verdade, é um sinal de força espiritual e emocional. (b) Muitos maridos e esposas temem perder o respeito ou mesmo o amor do cônjuge (e dos filhos) se admitirem suas faltas. Mas acontece justamente o contrário... (c) Alguns insistem em dizer que seriam hipócritas se pedissem desculpas, uma vez que, mais provavelmente, farão a mesma coisa outra vez. Não necessariamente. Deus diz que devemos confessar nossas faltas uns aos outros e perdoar uns aos, sempre. E ele sabe que somos fracos e reincidentes. Ele nos ajudará a melhorarmos dia após dia. “Aquele que começou a boa obra em vós há de completá-la” (Felipenses 1.6). (d) Alguns acham difícil pedir desculpas porque já tentaram fazê-lo uma ou mais vezes e não foram bem sucedidos. O cônjuge não quis saber, e não os perdoou. É preciso repassar aquele momento... Pediram desculpas sem convicção, apenas para encerrar a discussão? Pediram desculpas, e, ao mesmo tempo, acusaram o cônjuge: “Eu errei, mas você...” Oraram antes para Deus mudar a disposição do cônjuge? Reconciliação e adoração.Leia Mateus 5.23-24. Jesus ensinou que os adoradores precisam se reconciliar uns com os outros, sempre que necessário, antes de qualquer ato de culto. Note que ele disse: “Se você se lembrar que o seu irmão (quanto mais o cônjuge!) tem alguma queixa contra você... vá logo fazer as pazes com o seu irmão (cônjuge)...” Se o outro tem alguma queixa contra nós, certamente nós o ofendemos ou entristecemos. Por isso não empurremos para ele a responsabilidade e a iniciativa da reconciliação. Conclusão. Não, não é realmente difícil fazer o que Deus nos pede em sua Palavra. Se nós honestamente queremos ver o nosso casamento mudar, devemos seguir estas sugestões baseadas no ensino geral das Escrituras e orar pedindo ao Senhor que nos ajude. _______________________________________________________QUER UMA MEDITAÇÃO DIÁRIA-UMA ORAÇÃO PARA SUA VIDA MODIFICAR EM NOME DE JESUS.ACESSE O SITE:www.ramanauskas.adv.br/palavrasdoceu/index.htm
edson pereira ramanauskas

DEVOCIONAL

01/09/2008
Devocional A Promessa.
Hebreus capítulo 4.
A promessa de DEUS de eu ter um descanso para minha vida, um lugar de refrigério em meio a tanta aflição (hoje) e descanso para minha alma (eternamente) continua valendo (v.1), DEUS continua nos chamando, DEUS continua me amando, mas ELE através da sua palavra me faz um alerta, e alguns podem se dar conta deste alerta tarde de, mas (a bíblia diz que em quanto existe vida há esperança, depois vem o juízo de DEUS), como aconteceu com o povo de Dele no passado, a bíblia diz que aqueles que ficaram pelo caminho também tinham ouvido a palavra de DEUS, só que não creram nela, ela faz esta advertência a mim, “Ouça a voz de Deus” (v.2), e diz os que abraçaram a fé entraram no repouso do Senhor (v.3), e outros não entrarão por desobedecer (v.6), mas DEUS esta dando uma nova oportunidade para mim e para todos, para que não saiba tarde de mas, que não entrarei no descanso do SENHOR, o dia desta oportunidade é hoje , a hora é agora (v.7), a declaração é essa: se hoje ouvirdes a voz do SENHOR DEUS não endureça os vossos corações (v.7b), ainda existe um repouso para os que crerem (v.9), nos esforcemos para entrar no descanso do SENHOR, não sigamos o exemplo de desobediência dos que no passado quiseram seguir pelos seus próprios caminhos ,e, por isso, não entram no descanso do SENHOR, e não adianta tentar enganar DEUS (NOS ENGANAR, POIS NINGUÉM ENGANA DEUS), Quando nos encontramos com a palavra de DEUS ela penetra no nosso ser, na nossa alma, e, revela quem realmente sou, a MASCARA cai (v.12), DEUS conhece todos os nossos pensamentos (v. 13), temos que ficar firmes em JESUS, ELE ESTA ASSENTADO NOS CÉUS INTERCEDENDO POR nós (v.14), JESUS é o nosso sumo sacerdote, ELE se compadece de nós até a morte (morreu por nós), ele não viveu na terra, mas não pecou, esta é nossa segurança e certeza de termos de DEUS, GRAÇA E MISÉRICORDIA, a fim de podermos com a ajuda de JESUS, entrar no descanso presente e eterno de DEUS. AMÉM GLÓRIA A DEUS!!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

DEVOCIONAL

28/08/2008
Hebreus capitulo 2.
Que texto maravilhoso, Que revelação da misericórdia de DEUS! Neste texto eu vejo a revelação do amor de DEUS pela minha vida. Mas uma vez vejo que SOU PECADOR, da mesma forma vejo o projeto de DEUS para mudar está situação, para me tirar do estado de condenado, escravo do pecado (Romanos 6: 15 – 23), para filho de DEUS (v. 11-14), o texto de hoje começa alertando para que eu não deixe de perceber estas coisas, estas verdades de DEUS não podem passar despercebidas, pois se eu negligenciar tão maravilhosa benção, não poderei escapar da condenação, pois o próprio senhor as anunciou (v. 1 a 3)
DEUS, não só nos transmite a verdade, como também a prova verdade por meio do Espírito Santo, a bíblia diz que JESUS está coroado com glória e honra, e todas as coisas estão sobre seu domínio (todo o universo, tudo que foi criado v. 4 e o 7), mas ELE veio a terra, sofreu, morreu, o dono do universo se sujeitou a criaturas vis pecadoras, ao qual ama, morreu por elas (nos dois sentidos), morreu por todo o mundo (v. 9), e fez isto para que uma grande multidão que estava perdida (inclusive “eu”) seja conduzida ao PAI, mas para isso eu tenho que ser santificado em CRISTO, não posso negligenciar tudo o que CRISTO fez por mim, tenho que me arrepender dos meus pecados e clamar por perdão baseado no sacrifício de CRISTO, aceitando que SEM CRISTO estou perdido, mas em CRISTO sou SANTIFICADO e ADOTADO COMO FILHO DE DEUS (v. 11), ao morre na cruz CRISTO esmagou a morte, o pecado, e o diabo (v. 14).
JESUS é o nosso supremo Sarcedote, o caminho que nos conduz a DEUS, ELE nos conhece (JESUS), JÁ VIVEU num corpo limitado como nosso por amor (mas não pecou), por isso ele é misericordioso!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

DEVOCIONAL

26/08/2008
Carta do apóstolo Paulo a Filemom (bíblia).
É muito importante orar a DEUS por quem amamos (v.4).
Espero que os meus amados ao lembrar-se de mim tenham motivos de dar graças (agradecer a DEUS pela minha vida) e louvores a DEUS pela minha vida, em contra partida eu também devo estar sempre na presença de DEUS intercedendo pelos que amo.
Meu amor tem que ser expresso de forma natural, e, mas, o amor verdadeiro é aquele que brota da fé e piedade gerada no coração daqueles que crêem e conhecem o SENHOR JESUS (V.5).
O amor é algo consolador, é fonte de alegria humana, sem amor ninguém pode ser feliz ou ao menos ser humano (v.7).
O que ama não possessivo ou autoritário, mas respeita o que é do outro, não usando o amor como fonte lucro ou manipulação (v.8).
O que ama confia no bom senso, e ver o amor como fonte (agente) de libertação e VIDA (v.21)

DEVOCIONAL

27/08/2008 hs. 6:13
MEU DEVOCIONAL HEBREUS CAPITULO 1° (BÍBLIA)
DEUS AMA SUA CRIAÇÃO; E tudo foi criado por meio de CRISTO (v.2), mas o homem escolheu seguir seu próprio caminho, caminho de pecado, dor, tristeza, sofrimento, destruição e rebeldia contra DEUS (romanos 3:23), mas DEUS continua amando o que criou, e a prova disso vemos, quando a carta aos Hebreus diz que de muitas maneiras DEUS falou no passado (v.1). A quem? E por quem? Falou aos homens, para resgatar os mesmos de seu estado de rebeldia contra Ele (DEUS), E falou por intermédio de homens escolhidos para essa função (profetas), mas nos últimos dias a bíblia diz (v.2) que DEUS falou por intermédio de seu FILHO (JESUS), ou seja, O PRÓPRIO DEUS está falando comigo, ELE próprio veio ao meu encontro, o Dono de todas as coisas (v.2b). DEUS não desistiu do homem, mesmo esse sendo pecador.
O autor de Hebreus ainda diz mais, diz que ELE (DEUS) sustenta o universo com o poder de SUA PALAVRA (JESUS), Se com sua PALAVRA, ELE COLOCA TODO O UNIVERSO EM ORDEM, creio que esta PALAVRA poderosa pode por em ordem minha vida (v.3)! E ainda diz, mas, fala que ELE (JESUS) MORREU PARA ME PURIFICAR DOS MEUS PECADOS (v.3), para apagar o registro dos meus pecados, os anjos O adora pela sua majestade e glória, o autor de Hebreus diz que este DEUS majestoso, poderoso, eterno, justo, reto e amoroso se importa comigo; e mais, que este DEUS é imutável, ELE nunca deixará de ser o que ELE É (v.12), é que ELE deseja salvar o que havia se perdido, “EU”, ELE diz que colocará os anjos (não um anjo v. 14) para cuidar da minha vida!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Cristo o Eterno!

O EVANGELHO SEGUNDO
JOÃO
1

A encarnação do Verbo
1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. 4 A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. 5 A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.
6 Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João. 7 Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. 8 Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, 9 a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. 10 O Verbo estava no mundo o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. 11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. 12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; 13 os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. 14 E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
[1]
Jesus o eterno, antes do principio ele já existia, mesmo antes de eu existir ele já era a fonte da minha existência.
O meu pecado fio clareado pela luz da SUA GRAÇA, este (o meu pecado) não pode suportar a luz que emana da graça do eterno, a crença nele (JESUS) desta forma, me faz participante na sua “eternidade”. Antes de eu existir, JESUS já contempla a minha necessidade.
[1]Sociedade Bíblica do Brasil. 2003; 2005. Almeida Revista e Atualizada - Com Números de Strong. Sociedade Bíblica do Brasil

sábado, 16 de agosto de 2008

maná do Senhor

O Maná do Senhor: 09/08/2008
Texto Bíblico: Neemias 5.14-15: “Durante os doze anos em que fui governador da terra de Judá, desde o ano vinte do reinado de Artaxerxes até o ano trinta e dois, nem eu nem os meus parentes comemos a comida a que eu tinha direito como governador. Antes de mim, os governadores tinham sido uma carga para o povo e haviam exigido que o povo pagasse quarenta barras de prata por dia a fim de comprar comida e vinho. Até os seus empregados exploravam o povo. Mas eu agi de modo diferente porque temia a Deus”.
Reflexão: Em tempos de tantos escândalos de corrupção na política e dentre os governantes, esta percepção de Neemias revela o ideal de um governante que tem temor ao seu Deus. O salmista revela que: “Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele”. No momento em que Neemias colocou-se como instrumento de Deus para trazer a restauração do seu povo, Deus o abençoou, e todas as obras postas em suas mãos prosperaram. Além disso, Deus lhe deu sabedoria para administrar e governar sobre o seu povo de forma digna, honrada e, principalmente, sem se desviar em nenhum momento do propósito que Ele havia posto em seu coração. Precisamos ter em nossas cidades, estados e em nosso país, governantes que temam a Deus como Neemias. Pessoas que governem com decência, respeito, sem usurpar ganhos para si mesmo, não sendo uma carga para seu povo, como muitos são hoje. Devemos ter cuidado quando escolhermos as pessoas que governarão sobre nós, pois eles podem ser uma carga muito pesada para o povo carregar, que desejam apenas satisfazer seus sonhos de poder. A cada um de nós cabe escolher, sob o temor do Senhor, aqueles que se colocam à disposição do povo para serem governantes sobre nós. Como temos essa oportunidade, que o façamos com sabedoria, discernimento e na unção do Espírito Santo, pois eles serão autoridades sobre nós.
Oração: Senhor amado, dá-nos a sabedoria e o discernimento para assumirmos, de verdade, a responsabilidade de escolher nossos governantes sob a Tua direção. Sabemos que todos nós somos pecadores, mas cremos em Tua escolha e desejo para todas as coisas. É o que oramos em nome de Jesus. Amém!

maná do Senhor

O Maná do Senhor: 09/08/2008
Texto Bíblico: Neemias 5.14-15: “Durante os doze anos em que fui governador da terra de Judá, desde o ano vinte do reinado de Artaxerxes até o ano trinta e dois, nem eu nem os meus parentes comemos a comida a que eu tinha direito como governador. Antes de mim, os governadores tinham sido uma carga para o povo e haviam exigido que o povo pagasse quarenta barras de prata por dia a fim de comprar comida e vinho. Até os seus empregados exploravam o povo. Mas eu agi de modo diferente porque temia a Deus”.
Reflexão: Em tempos de tantos escândalos de corrupção na política e dentre os governantes, esta percepção de Neemias revela o ideal de um governante que tem temor ao seu Deus. O salmista revela que: “Feliz a nação que tem o Senhor como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele”. No momento em que Neemias colocou-se como instrumento de Deus para trazer a restauração do seu povo, Deus o abençoou, e todas as obras postas em suas mãos prosperaram. Além disso, Deus lhe deu sabedoria para administrar e governar sobre o seu povo de forma digna, honrada e, principalmente, sem se desviar em nenhum momento do propósito que Ele havia posto em seu coração. Precisamos ter em nossas cidades, estados e em nosso país, governantes que temam a Deus como Neemias. Pessoas que governem com decência, respeito, sem usurpar ganhos para si mesmo, não sendo uma carga para seu povo, como muitos são hoje. Devemos ter cuidado quando escolhermos as pessoas que governarão sobre nós, pois eles podem ser uma carga muito pesada para o povo carregar, que desejam apenas satisfazer seus sonhos de poder. A cada um de nós cabe escolher, sob o temor do Senhor, aqueles que se colocam à disposição do povo para serem governantes sobre nós. Como temos essa oportunidade, que o façamos com sabedoria, discernimento e na unção do Espírito Santo, pois eles serão autoridades sobre nós.
Oração: Senhor amado, dá-nos a sabedoria e o discernimento para assumirmos, de verdade, a responsabilidade de escolher nossos governantes sob a Tua direção. Sabemos que todos nós somos pecadores, mas cremos em Tua escolha e desejo para todas as coisas. É o que oramos em nome de Jesus. Amém!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O PODER DA PALAVRA DE DEUS

O PODER DA PALAVRA DE DEUSData: 28-05-2004Visualizações: 2754
Referência: LUCAS 8.4-8,12-15Diz Cristo que saiu o pregador evangélico a semear a Palavra divina. Não só faz menção de semear, mas faz também caso de sair, porque no dia da colheita hão de nos medir a semeadura e hão de nos contar os passos.Entre os semeadores do Evangelho há uns que saem a semear, há outros que semeiam sem sair. Agora, diz Cristo que o semeador saiu, porém não diz que tornou, pois quem lança mão do arado e olha para traz não é apto para o Reino.E se esse semeador quando saiu, achasse o campo tomado? Se se armassem contra ele os espinhos? Se se levantasse contra ele as pedras? E se lhe fechassem os caminhos, que havia de fazer?Todos esses problemas enfrentou o semeador. Começou ele a semear, mas com pouca ventura. Uma parte do trigo caiu entre os espinhos, e afogaram-na os espinhos. Outra parte caiu sobre pedras e secou-se nas pedras por falta de umidade. Outra parte caiu no caminho, e pisaram-no os homens e comeram-no as aves.Ora, vede como todas as criaturas do mundo se armaram contra esta sementeira. Todas as criaturas quantas há no mundo se reduzem a quatro gêneros: 1) CRIATURAS RACIONAIS = como os homens. 2) CRIATURAS SENSITIVAS = como os animais. 3) CRIATURAS VEGETATIVAS = como as plantas. 4) CRIATURAS INSENSÍVEIS = como as pedras. E não há mais. Faltou alguma dessas que se não armasse contra o semeador? NENHUMA!.A natureza insensível o perseguiu nas pedras; a vegetativa nos espinhos; a sensitiva nas aves; a racional nos homens. As pedras secaram-na; os espinhos afogaram-na; as aves comeram-na e os homens pisaram-na.Os pregadores ao semearem a Palavra acham homens homens; homens pedra; homens troncos; homens secos. Houve aqui semente mirrada, semente afogada, semente comida e semente pisada.Há! Não só a semente, mas muitos semeadores também que sofrem a mesma oposição. Houve semeadores afogados, semeadores comidos, semeadores mirrados e semeadores pisados.Ah, mas isto é glória para os semeadores, pois são mirrados sim, mas por amor a Deus mirrados; afogados sim, mas por amor de Deus afogados; comidos sim, mas por amor de Deus comidos; pisados sim, mas por amor de Deus perseguidos e pisados.E o que devia fazer o semeador evangélico, vendo tão mal logrados seus primeiros trabalhos? Desistir da sementeira? Ficar ocioso no campo? Não, ele não desanimou nem na primeira, nem na segunda, nem na terceira perda. A quarta parte caiu em BOA TERRA e se restauraram com vantagem as perdas das demais: NASCEU, CRESCEU, ESPIGOU, AMADURECEU, COLHEU-SE, MEDIU-SE 30, 60, 100 POR UM.“Os que saem chorando enquanto semeiam voltarão com júbilo trazendo os seus feixes.” O semeador foi perseverante: perdeu a primeira, a segunda, a terceira parte da semente, mas aproveitou a quarta e última e colheu dela muito fruto.I. O SIGNIFICADO DA PARÁBOLAA semente que semeou o pregador é a PALAVRA DE DEUS. Os espinhos, as pedras, o caminho e a terra boa, em que a semente caiu, são os diversos corações dos homens.1) OS ESPINHOS = São os corações embaraçados com cuidados, com riquezas, com prazeres carnais - e nestes afoga-se a Palavra de Deus.2) AS PEDRAS = São os corações duros e obstinados e nestes seca-se a Palavra de Deus, e se nasce, não cria raízes.3) OS CAMINHOS = São os corações inquietos e perturbados com a passagem e tropel das coisas do mundo, umas que vão, outras que vêm, outras que atravessam e todas que passam - e nestes é pisada a Palavra de Deus.4) A TERRA BOA = São os corações que acolhem a Palavra e neles frutifica com tanta fecundidade e abundância que se colhe cento por um.Se a Palavra de Deus é tão eficaz e tão poderosa, como vemos tão pouco fruto hoje? Se ela frutificou cento por um, porque hoje muitas vezes não frutifica um por cento? Na igreja apostólica, na igreja primitiva, na Reforma, nos Reavivamentos do Século XVIII, XIX e começo do século XX, multidões convertiam-se ao Evangelho. Vidas eram transformadas. Lares eram reerguidos. Cidades eram salvas. Nações restauradas.Hoje, a despeito de termos tantos pregadores e tantos sermões e tanta semeadura, porque há tão poucos frutos? Porque tão poucos homens se arrependem? Porque tão pequenos resultados se Deus é o mesmo e se a Palavra tem o mesmo poder?II. DESCOBRINDO AS CAUSASFazer pouco fruto a Palavra de Deus pode proceder de um de três princípios:1) ou da parte do PREGADOR;2) ou da parte do OUVINTE;3) ou da parte de DEUS.Para uma pessoa se converter por meio da mensagem há de haver três concursos:1) Há de concorrer o pregador com a DOUTRINA, persuadindo-o;2) Há de concorrer o ouvinte com o ENTENDIMENTO, percebendo;3) Há de concorrer Deus com a GRAÇA, alumiando.Para um homem se ver a si mesmo são necessárias três coisas: OLHOS, ESPELHO E LUZ. Se tem espelho e é cego, não pode ver por falta de olhos; se tem espelho e olhos, e é noite, não se pode ver por falta de luz. Logo há mister luz, há mister espelho, e há mister olhos.O pregador concorre com o espelho, que é a DOUTRINA. Deus concorre com a luz, que a GRAÇA; o homem concorre com os olhos que é o ENTENDIMENTO.Mas se há pouco fruto de quem é a falta? De Deus, do ouvinte ou do pregador?1. POR PARTE DE DEUS?Por parte de Deus não falta e nem pode faltar. A primeira semente perdeu-se porque a afogaram os espinhos. A segunda porque a secaram as pedras. A terceira porque a pisaram os homens e a comeram as aves. Isto é o que Cristo diz, mas notai o que Ele não diz. Não diz que parte alguma daquela semente se perdesse por causa do sol ou da chuva. Porque o sol e a chuva são dádiva do céu e deixar de frutificar a semente da Palavra de Deus nunca é por falta do céu, sempre é por culpa nossa.2. SERÁ POR PARTE DO OUVINTE?Se a culpa fosse toda dos ouvintes, não teria a Palavra de Deus feito grandes resultados produzindo cento por um. Na boa terra a semente frutificou em abundância e mesmo nos solos pisados, espinhentos e rochosos a semente não frutificou, mas nasceu. A semente que caiu nos espinhos nasceu, mas afogaram-no; a semente que caiu nas pedras, nasceu, mas secou-se.A Palavra é tão fecunda que na boa terra produz muito fruto e nos espinheiros e nas pedras faz efeito.Os piores ouvintes são as pedras e os espinhos = Os espinhos por agudos, as pedras por duras. Ouvintes de entendimentos agudos e de vontades endurecidas são as piores. OS OUVINTES DE ENTENDIMENTO AGUDOS = São mau ouvintes porque vêm só ouvir sutilezas, avaliar pensamentos e às vezes também a picar quem não os pica. A semente não picou os espinhos, estes picaram a semente.OS OUVINTES DE VONTADE ENDURECIDA = São os piores porque ainda os espinhos agudos se quebram na sua dureza. Estes são fechados, impenetráveis, insensíveis.Mas a Palavra é tão poderosa que sem cortar nem despontar espinhos nasce entre espinhos - sem arrancar pedras nasce entre as pedras. ENTÃO, SE A PALAVRA É PODEROSA E PRODUZIU EM UM FRUTOS E NOUTROS EFEITOS, A CULPA NÃO É DOS OUVINTES SÓ, MAS PRINCIPALMENTE DOS PREGADORES.III. APONTANDO AS CAUSASA definição do pregador é a vida e o exemplo. Por isso Cristo não o comparou ao semeador, mas ao que semeia. Não diz Cristo: “Saiu a semear o semeador” MAS SIM “saiu o semeador a semear.”Entre o semeador e o que semeia há muita diferença. Uma coisa é o soldado e outra coisa é o que peleja. Uma coisa é o governador, e outra o que governa. Uma coisa é o pregador e outra o que prega. O semeador e o pregador é nome; o que semeia e o que prega é ação. E AS AÇÕES SÃO AS QUE DÃO O SER AO PREGADOR.Ter nome de pregador ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, a consagração, o enchimento do Espírito, a unção é que dão resultado.Antigamente convertiam-se multidões porque o povo de Deus pregava com a vida e com o exemplo. Hoje há poucas conversões porque pregam-se palavras e pensamentos e não palavras e obras.Palavras sem obras são tiro sem bala, ATROAM MAS NÃO FEREM.A funda de Davi derrubou o gigante, mas não o derrubou com o estalo, senão com a pedra.O pregar que é falar, faz-se com a boca; o pregar que é semear, faz-se com a mão. Para falar ao vento, bastam palavras; para falar ao coração, é necessário vida, exemplo, obras.A Palavra de Deus frutificou cento por um = Que quer isto dizer? = Que de uma palavra nasceram cem palavras? Não. De uma palavra nasceram cem vidas transformadas. Mas palavras que frutificam vidas, não são só palavras...O próprio verbo de Deus, que era Palavra de Deus, quando veio nos salvar, fez-se carne. Agora o verbo encarnado pregava também aos ouvidos e aos olhos. IDE DIZEI A JOÃO O QUE ESTAIS OUVINDO E VENDO: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos ressuscitam e aos pobres é pregado o Evangelho.Pouco importa que as nossas palavras sejam divinas, se nossa vida não o demonstrar. A razão disto é porque as palavras ouvem-se, as obras vêem-se. As palavras entram pelos ouvidos, as obras entram pelos olhos e a nossa alma rende-se muito mais pelos olhos que pelos ouvidos.Vissem os ouvintes em nós o que nos ouvem a nós e o abalo e os efeitos da nossa mensagem revolucionariam o mundo como aconteceu com FILIPE EM SAMARIA. A cidade ficou abalada e extasiada de alegria ao ouvir e ver as coisas que ele fazia pelo poder de Deus.Sabem porque fazem pouco abalo as nossas mensagens? Porque não pregamos aos olhos, pregamos só aos ouvidos = Se quando os ouvintes percebem os nossos conceitos, têm diante dos olhos as nossas manchas, como hão de crer? Se a minha vida é apologia contra a minha doutrina, se as minhas palavras vão já refutadas nas minhas obras, se uma coisa é o semeador e outra o que semeia, como poderemos esperar frutificação na semeadura?IRMÃOS, QUEREIS SABER A CAUSA PORQUE SE FAZ HOJE TÃO POUCO FRUTO COM TANTAS PREGAÇÕES? É PORQUE AS PALAVRAS DOS PREGADORES SÃO PALAVRAS, MAS NÃO PALAVRAS DE DEUS =A Palavra de Deus é eficaz e produz fruto, mas palavras dos homens não têm esse poder. Diz A Palavra de Deus: “Quem semeia ventos, colhe tempestade.” Se os pregadores semeiam vento, se o que se prega é tradição humana, conceitos humanos, filosofia humana e não a Palavra de Deus, há de colher tormenta e não frutos.Mas dizeis: Mas os pregadores não pregam as Sagradas Escrituras? Como não pregam a Palavra de Deus? = Esse é o mal.: Pregam Palavras de Deus, mas não pregam A PALAVRA DE DEUS.Disse Deus por Jeremias: “o profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? Diz o Senhor.” (23.28) = As Palavras de Deus pregadas no sentido em que Deus as disse, são palavras de Deus, mas pregadas no sentido que nós queremos, não são palavras de Deus, antes podem ser palavras de demônios.Exemplo: O diabo tentou a Jesus com as Escrituras. Jesus defendeu-se do diabo com as Escrituras = Todas as Escrituras são Palavra de Deus; pois se Cristo toma a Escritura para se defender do diabo, como toma o diabo a Escritura para tentar Cristo? A razão é porque Cristo tomava as Palavras das Escrituras em seu verdadeiro sentido e o diabo tomava as palavras de forma torcida. E as mesmas palavras, que tomadas em verdadeiro sentido são Palavra de Deus, tomadas em sentido alheio são armas do diabo. AS MESMAS PALAVRAS QUE TOMADAS NO SENTIDO EM QUE DEUS AS DISSE SÃO DEFESA, TOMADAS EM SENTIDO EM QUE DEUS NÃO DISSE SÃO TENTAÇÃO.Assim como o diabo tentou a Cristo no pináculo do templo com a Palavra mal interpretada, assim hoje ele usa pregadores no púlpito para golpear a Palavra de Deus, torcê-la e adulterá-la, pregando MODERNISMO, LIBERALISMO, MISTICISMO, VISÕES, PROFECIAS, SONHOS E TODA SORTE DE MANIPULAÇÃO HUMANA. Exemplo: Teologia de prosperidade - forma indecorosa de arrancar dinheiro do povo - exageros da batalha espiritual - profecias carnais que geram escândalo ...CONCLUSÃOMuitos rejeitam, zombam e não querem ouvir a Palavra de Deus. Mas a doutrina de que eles zombam, essa é a que lhes devemos pregar, porque é a mais proveitosa.A semente que caiu no caminho comeram-na as aves. Estas aves, como explicou Jesus são demônios que tiram a Palavra de Deus dos corações dos homens. Pois porque não comeu o diabo a semente que caiu entre os espinhos? Ou a semente que caiu nas pedras, senão a semente que caiu no caminho? PORQUE A SEMENTE QUE CAIU NO CAMINHO - PISARAM-NA OS HOMENS - E a doutrina que os homens pisam essa é a que o diabo teme. Desses outros conceitos e pensamentos que os homens aplaudem o diabo não se acautela, porque sabe que não são essas as pregações que hão de lhe tirar as almas das unhas.Explicando Cristo a parábola diz que as pedras são aqueles que ouvem a pregação com gosto - mas depois viram pedras! Não gostem e abrandem-se; não gostem e quebrem-se; não gostem e frutifiquem. O frutificar não se ajunta com o gostar, senão com o padecer. Se a semente não morrer ela não frutifica. A semente que frutifica não é aquela que dá gosto ao ouvinte, é aquela que lhe dá pena. Quando o ouvinte a cada palavra do pregador treme. Quando o ouvinte vai do sermão para casa atônito, então é a pregação que convém e que dará fruto.Devemos esperar não que os homens saiam dos nossos sermões e cultos contentes de nós, senão que saiam muito descontentes de si. Não que lhes pareçam bem a Palavra de Deus, mas que lhes pareçam mal os seus pecados, as suas vidas, as suas ambições. Contanto que se descontentem de si; descontentem-se embora de nós. Paulo disse: “Se agradasse ainda a homens não seria servo de Cristo.”Devemos pregar o que convém à sã doutrina, com poder e unção, com vida e testemunho, com coragem e determinação.PREGUEMOS E ARMEMO-NOS TODOS CONTRA O PECADO. VEJA O CÉU QUE AINDA TEM NA TERRA QUEM SE PÕE DA SUA PARTE. SAIBA O INFERNO QUE AINDA HÁ NA TERRA QUEM LHE FAÇA GUERRA COM A PALAVRA DE DEUS E SAIBA A MESMA TERRA, QUE AINDA ESTÁ EM ESTADO DE REVERDECER E DAR MUITO FRUTO! Amém!!!
Rev. Hernandes Dias Lopes.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

missões

O MOBILIZADOR DE MISSÕES
1. O Mobilizador de Missões é alguém que Deus chamou para uma tarefa muito especial, que é ajudar a igreja a desenvolver sua consciência missionária, despertando-a para a evangelização do mundo. Assim, sendo, esperamos que cada Mobilizador de Missões tenha visão de que missões é ministério. Não é um cargo na estrutura organizacional da igreja, eleito pelos irmãos, e sim, uma vocação que precisa ser exercido com maturidade espiritual, responsabilidade e visão de cumprir o mandamento de ir e fazer discípulos.
2. O Depam promove o Programa de Mobilizadores de Missões visando criar de divulgadores de missões em todos os ministérios, mantendo acesa a chama missionária no coração dos crentes da nossa igreja.
3. A nossa igreja é imensa, agora com um templo de 6 mil lugares, temos mais de 3 mil membros, somando isso a fatores sócio-culturais nos traz grandes desafios.
4. Entendemos que o trabalho de missões é definido biblicamente como de responsabilidade de toda igreja (Atos 1:8). O crescimento desse trabalho trouxe à nossa igreja a necessidade de criar estruturas que o coordenem e viabilizem. Assim, o Departamento de Missões existe para apoiar o trabalho de toda a igreja e o Promotor é este que facilitará o cumprimento desta tarefa.
5. POR QUÊ SE NECESSITA DO PROMOTOR?
Devido a perda progressiva da visão missionária da nossa igreja através dos anos; a liderança entendeu que precisa de um programa missionário.
A liderança viu a necessidade de se implementar um programa que visa mobilizar a igreja durante o ano todo, mudando a postura da igreja nesta área, que tinha como programa de mobilização, principalmente a conferência será a celebração e o fechamento de um processo que percorreu toco ano.
Não só pelas dificuldades, mas também pelas bençãos, temos que fazer com que mais pessoas participem da obra missionária, pois entendemos que participar do projeto de Deus é a maior benção que uma pessoa possa receber, e também temos que avançar, pois existem projetos que necessita da participação de cada crente de nossa igreja. Por isso foi criado o Promotor de Missões.
6. QUAL O OBJETIVO DO PROMOTOR?
Por este motivo a liderança viu a necessidade de se criar uma equipe que vai auxiliar a mesma nesta importante tarefa, dado a importância, o Promotor passa ser a peça principal para o sucesso desta empreitada, e assim levar a nossa igreja a cumprir sua parte na Grande Comissão.
Diante dos desafios apresentados, a figura do Promotor de Missões ganha uma importância muito grande. É ele o elo que liga a igreja com o missionário, os sustentadores e o campo (os enviadores, intercessores e sustentadores financeiros).
7.COMO O PROMOTOR IRÁ INFORMAR E FORMAR?
INFORMANDO: Tornando disponível para todos (membros dos ministérios e departamento), o máximo de informação sobre os campos missionários, nossos missionários e projetos a curto e médio prazo, e fará isto através de cultos missionários, momentos missionários, festas missionárias e etc... Tendo sempre um facilitador na promoção missionária dentro dos departamentos.
O Promotor deverá ser criativo e contar com a criatividade de Deus que é inesgotável para cumprir seu ministério de enviar.
FORMANDO: Sendo um fazedor de discípulo, sendo um multiplicador, despertando e capacitando para que o ministério e departamento consiga desenvolver a habilidade de promover dentro dele o ministério de enviar, e assim despertar a consciência missionária.
A igreja que possui uma consciência missionária é aquela que tem um estilo de vida missionário como parte de sua cultura organizacional, e está consciente desta forma de viver missionária e estende este estilo de vida a todos os seus membros, e o Promotor (junto ao Depam) conseguirá formar e fortalecer a consciência através de:
Cursos e Seminários;
Intercessão Missionária;
Práticas de Evangelismo;
Práticas de Discipulado;
Impactos Evangelísticos (motivando que os membros do ministério ou departamento participe);
Viagem Missionárias e Projetos de Férias (motivando que os membros do ministério ou departamento participe).
O Promotor deve se tornar um facilitador e mobilizador para que a igreja esteja consciente da sua vocação e chamado, como um corpo no cumprimento da Grande comissão.
A tarefa de conscientizar toda a nossa igreja é muito grande, por isso focalizaremos nossas ações nos departamentos e ministérios. Deste modo teremos mais facilidade para diagnosticar, planejar e avaliar a nossa atividade.

O QUE O DEPAM ESPERA DO MOBILIZADOR
Considerando o tamanho da obra a ser feita e sua importância, o Depam espera que seu Mobilizador
1. Tenha interesse em conhecer o trabalho missionário no Brasil e no mundo.
Além de informar-se sobre o que acontece nos campos missionários, é fundamental que o Mobilizador se interesse em conhecer novos projetos, sua forma de atuação, sua visão e sua missão. Toda e qualquer dúvida que surja sobre o trabalho missionário deve ser dirigida ao Depam, que terá satisfação em atender e esclarecer.

2. Tenha total comprometimento em realizar a tarefa de Mobilizador.
Conhecendo o que ocorre no campo missionário você manterá o teu coração inflamado pela obra.

3. Seja um profundo conhecedor de sua área de atuação.
O Mobilizador precisa ter o máximo de informações sobre a área em que atua. Número de membros do ministério ou departamento, profissionais que participam no ministério, o nível de instrução, entre outras. Quanto mais informações o Mobilizador tiver, melhor ele poderá estruturar seu trabalho. Isso servirá ainda para que juntamente com o departamento seja definido o alvo e os desafios para a mesmo na divulgação de missões.
É importante lembrar que a iniciativa de definir um alvo deve partir do departamento ou ministério. Mobilizador deve colaborar e estar disponível, respeitando a sugestão do departamento ou ministério e desafiando-a a crescer sempre em sua contribuição para a obra de missões.
Esse é o nosso objetivo principal, e a sua tarefa como Mobilizador de Missões. Assim, o Mobilizador deverá estabelecer um relacionamento com o líder, a fim de que ele mobilize o departamento ou ministério. Como representante do Depam o Mobilizador será sempre um facilitador.
O nível de interesse e mobilização para a obra missionária pode ser diferente de departamento para departamento. É fundamental que o trabalho seja de conscientização e sensibilização em amor. É importante orar com o líder e apresentar-lhe desafios, informando-o sobre a obra que a igreja está fazendo nos campos de missões mundiais e nacionais e sobre o que ainda temos por fazer. Peça-lhe permissão para ajudá-lo na tarefa de despertar o departamento ou ministério para missões.
4. Mantenha constante contato com o líder.
A Presença de um missionário visitando o departamento é sempre algo inspirador e gratificante. Quando isso acontecer, o Mobilizador participará divulgando a presença dele.